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Inflação dos EUA permanece estável em dezembro, sob pressão sobre Trump pelo custo de vida

Inflação dos EUA ficou em 2,7% ao ano em dezembro, mantendo pressão sobre o presidente e o confronto com a Federal Reserve

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
A shopper in a supermarket in Dayton, Ohio.
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  • O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 2,7% no ano até dezembro, em linha com novembro.
  • Em dezembro, o CPI avançou 0,3% na comparação mensal, e o núcleo, que exclui alimentos e energia, subiu 0,2%.
  • O dado ficou acima da expectativa de 2,6% e permanece bem acima da meta da autoridade monetária de 2%.
  • A administração Trump atribui a queda de preços à gestão de Biden, enquanto pesquisas indicam que mais pessoas atribuem o aperto financeiro ao governo atual.
  • Trump pretende falar sobre a economia em Detroit e já anunciou medidas como teto para juros de cartão de crédito e proibição de investidores institucionais comprarem casas unifamiliares.

O índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA avançou 2,7% na comparação anual até dezembro, estável em relação a novembro. Os dados oficiais foram divulgados nesta terça, antes do discurso do presidente sobre a economia.

Em termos mensais, o CPI subiu 0,3% em dezembro. O núcleo, que exclui alimentos e energia, subiu 0,2%. A inflação permanece acima da meta de 2% definida pelo Federal Reserve.

A administração Trump afirma que os preços estão caindo e atribui a inflação persistente à gestão Biden, que deixou o cargo nearly um ano atrás. A leitura de dezembro sucede ao pico inflacionário de junho de 2022, de 9,1%.

Inflação e política econômica

O desempenho de dezembro ocorre em meio a tensões entre o governo e o Fed sobre cortes de juros. O banco central reduziu as taxas três vezes no ano anterior, mas resistiu a cortes mais profundos, gerando críticas da administração.

Instituição independente, o Fed tem sido alvo de declarações do presidente, que condicionou ações de política monetária a pressões políticas, elevando o escrutínio sobre a autonomia da instituição.

Medidas anunciadas e desdobramentos

O presidente anunciou, nos últimos dias, medidas para conter o impacto da inflação, incluindo um teto para juros de cartões de crédito e uma possível proibição de grandes investidores institucionais que compram casas para aluguel.

Segundo apuração, o debate sobre moradia acessível ganhou espaço na agenda. A Reuters aponta que o governo busca maneiras de reduzir custos para famílias de baixa e média renda, sem detalhar cronogramas.

Do ponto de vista regulatório, a divulgação de informações também foi marcada por um episódio envolvendo o Fed: o Departamento de Justiça teria apresentado subpoenas a autoridades da instituição, elevando preocupações sobre a independência do banco central.

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