- Trump afirmou vitória na economia ao completar doze meses no cargo, dizendo ser o “melhor primeiro ano da história” com números de inflação, PIB e produtividade destacados.
- Dados oficiais mostram inflação ainda acima de níveis desejados, com variações ao longo de 2025; o PIB cresceu no fim de 2025, após queda no primeiro trimestre de 2025.
- O mercado de trabalho permaneceu volátil, com desemprego em nível próximo a quatro anos, e empregos desaceleraram; Trump demitiu o responsável pela estatística do trabalho em agosto.
- O presidente criticou o Federal Reserve, atribuiu pressões sobre a política monetária ao banco central e citou tarifas como parte de uma estratégia econômica, enquanto Jerome Powell enfrenta investigação.
- Propostas para reduzir o custo de vida incluem limitar a compra de imóveis por investidores institucionais, aquisições de títulos hipotecários e teto para juros de cartões; Trump também mencionou ações energéticas e fará novas declarações em Davos.
Donald Trump afirmou vitória econômica durante 12 meses no cargo, descrevendo o primeiro ano de seu segundo mandato como o “melhor da história” em meio a preocupações de custo de vida entre os americanos. O discurso ocorreu durante participação no Detroit Economic Club.
O presidente destacou que a inflação recuou e a atividade econômica manteve ritmo forte no fim de 2025, segundo ele. Dados oficiais, porém, apontam trajetória mais complexa, com inflação ainda acima do desejado e variações de vigor econômico ao longo do ano.
Trump elencou resultados que, na visão dele, demonstram desempenho superior. Ele citou queda de preços em determinadas linhas, produtividade elevada e crescimento do PIB em períodos recentes, apesar de sinais contraditórios na economia.
Contexto macroeconômico
O câmbio entre números oficiais e a leitura do governo gerou discussão. Enquanto autoridades apontam inflação transformando-se gradualmente, muitos índices ainda mostram pressão sobre o custo de vida. O mercado de trabalho também apresentou volatilidade ao longo de 2025.
Críticos ressaltam que o emprego enfrentou oscilações, com taxa de desemprego em patamar mais alto que o visto no período anterior. O Federal Reserve manteve postura de política monetária cautelosa, mesmo com discursos sobre a necessidade de equilíbrio entre crescimento e controle da inflação.
Medidas em pauta
O governo tem apresentado propostas para reduzir o peso do custo de vida, como limites a compras de imóveis por grandes investidores institucionais, compra de títulos hipotecários e mecanismos para limitar juros de cartão de crédito. As iniciativas visam ampliar acesso a moradia e reduzir custos para famílias.
Trump também citou ações para baratear energia e combustíveis, sugerindo que maior produção poderia influenciar preços, incluindo itens de consumo diário. O relato do presidente enfatiza que medidas já anunciadas devem influenciar o bolso do cidadão.
Próximos passos
O presidente sinalizou continuidade de ações regulatórias e avaliações sobre tarifas, com objetivo de manter pressão sobre custos. Ele mencionou ainda que vai detalhar políticas habitacionais durante a participação no Fórum Econômico Mundial em Davos na próxima semana.
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