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Ex-CEO da Rio Tinto planeja listagem de mineradora em acordo de US$1 bi

Ex-CEO da Rio Tinto lidera fusão reversa que avalia a American Ocean Minerals em US$ 1 bilhão para listing na Nasdaq, sujeita à aprovação regulatória

Negócio ocorre em meio à busca por novas fontes de minerais críticos, com foco em nódulos polimetálicos ricos em níquel, cobre e cobalto.
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  • A American Ocean Minerals, liderada pelo ex-CEO da Rio Tinto Tom Albanese, fará fusão reversa com a Odyssey Marine Exploration para listing na Nasdaq, avaliada em cerca de US$ 1 bilhão (base pro forma).
  • O negócio ainda depende de aprovação regulatória e dos acionistas da Odyssey.
  • Como parte do acordo, investidores institucionais participam de uma colocação privada de US$ 150 milhões e de um financiamento pré-público de US$ 75 milhões.
  • O Citigroup e a Cantor Fitzgerald organizaram a colocação, com a Moelis atuando como assessora financeira da Odyssey.
  • A empresa combinada deverá operar como American Ocean Minerals e negociar sob o código AOMC, com foco em nódulos polimetálicos na zona econômica exclusiva das Ilhas Cook e em áreas reguladas pelos EUA, no Pacífico.

A ex-CEO da Rio Tinto, Tom Albanese, está à frente da American Ocean Minerals, empresa de exploração em águas profundas. A companhia negocia uma fusão reversa com a Odyssey Marine Exploration para abrir capital na Nasdaq. A operação depende de aprovação regulatória.

Segundo fontes próximas ao acordo, a transação avalia a empresa combinada em cerca de US$ 1 bilhão, em base pro forma. Investidores institucionais também se comprometeram com uma rodada de captação de US$ 225 milhões.

A(operação) prevê uma colocação privada de US$ 150 milhões e um financiamento pré-público de US$ 75 milhões, com organização financeira do Citigroup e Cantor Fitzgerald. A Moelis assessorou a Odyssey na operação.

Detalhes da estrutura e condições

Após a fusão, a nova empresa operaria como American Ocean Minerals e passaria a negociar sob o código AOMC na Nasdaq, sujeita à aprovação dos acionistas da Odyssey. Representantes das duas empresas não comentaram.

Contexto geográfico e setorial

A American Ocean Minerals concentra atividades na zona econômica exclusiva das Ilhas Cook e em áreas reguladas pelos EUA, como a Zona Clarion-Clipperton e a Bacia Penrhyn, no Pacífico. A empresa mira nódulos polimetálicos, ricos em níquel, cobre e terras raras, úteis para baterias e indústria.

Relevância estratégica

A operação ocorre em meio a demanda crescente por minerais essenciais para eletrificação, com preocupação geopolítica sobre dependência de poucos produtores. Países produtores e reguladores avaliam como transpor a exploração para a extração no fundo do mar.

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