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Bukele proíbe linguagem inclusiva em escolas públicas de El Salvador

O governo de El Salvador proíbe linguagem inclusiva nas escolas públicas, visando promover o uso correto do idioma e proteger crianças

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
La ministra de Educación salvadoreña, Karla Trigueros, saludaba a alumnas de un colegio a la entrada a su centro, el pasado 29 de agosto.
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  • O governo de El Salvador, sob a liderança do presidente Nayib Bukele, proibiu o uso de linguagem inclusiva nas escolas públicas.
  • A medida, anunciada pelo Ministério da Educação, abrange termos como “amigue”, “niñe” e expressões como “todos e todas”.
  • A ministra da Educação, Karla Trigueros, afirmou que a proibição visa promover um uso correto do idioma e proteger o desenvolvimento das crianças.
  • A norma se aplica a comunicações, materiais escolares e circulares, buscando consolidar um padrão linguístico que favoreça a aprendizagem.
  • Essa decisão se insere em um contexto de políticas controversas do governo, que incluem a regulamentação de comportamentos nas escolas, como a normatização de peinados.

O governo de El Salvador, liderado pelo presidente Nayib Bukele, anunciou a proibição do uso de linguagem inclusiva nas escolas públicas. A medida, divulgada pelo Ministério da Educação, abrange termos como “amigue”, “niñe” e expressões como “todos e todas”. A decisão visa, segundo a ministra da Educação, Karla Trigueros, promover um uso correto do idioma e proteger o desenvolvimento das crianças.

A nova norma se aplica a comunicações, materiais escolares e circulares. Trigueros destacou a importância de consolidar um padrão linguístico que, segundo ela, favorece a aprendizagem. A proibição se insere em um contexto mais amplo de políticas controversas do governo, que incluem a regulamentação de comportamentos e aparências nas escolas, como a normatização de peinados.

Bukele, que já se manifestou contra a ideologia de gênero, reforçou sua posição em publicações nas redes sociais. Em agosto, ele havia determinado o retorno a peinados considerados ‘adequados’ nas instituições de ensino. Essas ações têm gerado debates sobre liberdade de expressão e diversidade no país, que enfrenta desafios sociais e educacionais significativos.

O governo busca, com essas normas, moldar a educação de acordo com suas diretrizes, o que levanta questões sobre a inclusão e o respeito às diferentes identidades.

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