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Suspeitos do roubo de Matisse no Brasil são presos; Gargamel permanece foragido

Após prisões em São Paulo, 13 obras de Matisse e Portinari permanecem desaparecidas, avaliadas em até $180,000, com foco em evitar venda no mercado negro e revisar a segurança pública

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Installation view of *Do livro ao museu* at the Biblioteca Mário de Andrade, showing works from Henri Matisse's 1947 book *Jazz* that were stolen in a robbery on 7 December *Photo by Ding Musa*
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  • Um mês após o roubo de treze obras de Henri Matisse e Cândido Portinari na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, há avanços na investigação, mas as peças continuam desaparecidas.
  • A primeira prisão ocorreu um dia após o crime, quando a polícia prendeu um suspeito; ele permanece detido. Uma segunda pessoa foi temporariamente detida em dezoito de dezembro, suspeita de envolvimento, mas acredita-se que não participou diretamente do roubo.
  • Em dezenove de dezembro, uma mulher foi detida por supostamente ajudar ao esconder as obras após o crime; ela é casada com Gabriel Pereira Rodrigues de Mello, o único suspeito que permanece foragido, conhecido pelos apelidos “Gargamel” e “Capybara”.
  • Mello possui histórico criminal, com condenações anteriores por roubo e furto qualificado, algumas das quais anuladas por uma lei de indulto automático; uma das condenações anuladas foi por sequências de roubo a um veículo de luxo, há cerca de uma década.
  • As obras roubadas — oito gravuras de Matisse e cinco de Portinari — estavam em uma sala expositiva da mostra realizada em parceria com o Museu de Arte Moderna de São Paulo; a vítima é avaliada entre setecentos mil e um milhão de reais, com a Interpol e instituições brasileiras envolvidas na tentativa de recuperação.

Doze horas após o roubo de 13 obras de Henri Matisse e Cândido Portinari na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, a polícia já havia apresentado avanços significativos na investigação. As obras permanecem desaparecidas, avaliadas entre 700 mil e 1 milhão de reais, conforme informações oficiais.

O crime ocorreu em uma manhã de domingo, quando dois homens armados forçaram a segurança e um casal que visitava a exposição. Os ladrões tiraram oito gravuras de Matisse e cinco de Portinari de uma vitrine, levando-as em uma bolsa de lona e fugindo pela entrada principal em direção à estação de metrô Anhangabaú.

Prisões e desdobramentos

Um dia após o assalto, a polícia de São Paulo prendeu um suspeito que era monitorado a partir de imagens de câmeras. O homem continua detido durante as investigações. Em 18 de dezembro, outra pessoa foi detida preventivamente, com a polícia avaliando que não participou diretamente do crime, mas foi flagrada com os ladrões logo após o ocorrido.

Em 19 de dezembro, uma terceira pessoa, uma mulher, foi apreendida sob a suspeita de ter auxiliado escondendo as obras após o roubo. Ela é casada com Gabriel Pereira Rodrigues de Mello, o suspeito que permanece foragido e conhecido pelos apelidos Gargamel e Capybara.

Contexto e cooperação

Mello tem histórico criminal com registros de roubos e furto agravado, alguns ocorridos há mais de uma década. O caso envolve a Polícia Civil de São Paulo, com colaboração do Instituto Brasileiro de Museus, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e da Associação Brasileira de Galerias de Arte.

As obras roubadas faziam parte de uma exposição realizada em parceria com o Museu de Arte Moderna de São Paulo. O município informou que a Interpol foi acionada para evitar a saída das peças do país, e que a investigação segue para localizar as obras e esclarecer todas as circunstâncias do crime.

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