- Conselho do condado de Lincolnshire afirmou que a usina solar ficará em uso por 60 anos em cerca de 3.000 acres de terra em North Kesteven, ao sul de Lincoln, se aprovado o pedido de consentimento de desenvolvimento.
- Fosse Green Energy Limited é uma parceria entre Windel Energy e Recurrent Energy; o projeto inclui também uma fazenda de baterias e cabos para uma nova subestação em Navenby.
- A estimativa é de que o conjunto possa abastecer até 110.000 casas, com construção possivelmente iniciando em 2031 e geração de energia a partir de 2033.
- O desmantelamento está previsto em cerca de dois anos, o que significaria a remoção dos últimos painéis após 2090.
- A prefeitura apresentou objeções fortes, destacando transformação irreversível da paisagem, perda de terras agrícolas e impactos para turismo e bem‑estar; moradores entregaram cerca de 500 cartas contrárias e o governo deve tomar uma decisão ainda neste ano.
A solução de energia solar proposta para o interior de Lincolnshire pode permanecer no local até 2090, segundo a prefeitura do condado. A Fosse Green Energy Limited solicita uma autorização de desenvolvimento de 60 anos para instalar painéis em cerca de 3 mil acres de terra em North Kesteven, ao sul de Lincoln.
Se aprovada, a ordem permitiria ocupar a área por seis décadas. Ao fim desse período, o terreno voltaria à sua utilização original, com a desmontagem prevista para levar cerca de dois anos.
A Câmara Municipal de Lincolnshire manifestou objeções firmes ao projeto numa reunião na segunda-feira, destacando o risco de transformação irreversível de grande parte do condado por gerações.
FGEL é uma parceria entre Windel Energy e Recurrent Energy. O plano inclui também um parque de baterias e cabos que se conectariam a uma nova subestação em Navenby.
A empresa afirma capacidade para abastecer 110 mil domicílios, com construção possivelmente iniciando em 2031 e geração de energia em 2033.
A desmontagem total, segundo a LDRS, deve ocorrer em cerca de dois anos, o que implicaria na retirada final dos painéis após 2090.
O presidente do Conselho Paroquial de Thorpe on the Hill, alvo mais próximo do equipamento, afirmou que o projeto pode comprometer o apelo turístico da região ao longo de uma área ampla.
Uma vereadora conservadora destacou que a mudança seria permanente e não temporária, com impactos a serem considerados para futuras gerações.
Um vereador trabalhista, favorável ao projeto, ressaltou a necessidade de infraestrutura energética para reduzir o uso de combustíveis fósseis e apoiar a transição energética da região.
Alterações no plano, incluindo caminhos que conectam a áreas de uso público, foram feitas após feedback de moradores em 2024. Ainda assim, parte da população continua contrária, com cerca de 500 cartas recebidas pela prefeitura.
A Câmara enviará um relatório ao governo com preocupações sobre a perda de áreas agrícolas, impactos visuais e efeitos potenciais na saúde mental da comunidade.
A decisão final do governo deve sair ainda neste ano.
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