- Um ex-piloto da Air Canada é acusado de voar milhares de passageiros em voos comerciais sem a licença exigida para o cargo de comandante.
- A Air Canada afirmou que o piloto possuía licença válida, mas que, segundo as acusações, ele não obteve o certificado de piloto de transporte aéreo após a promoção a capitão.
- A companhia informou que, assim que identificou a irregularidade, o piloto foi afastado das atividades e o caso foi comunicado voluntariamente à Transport Canada.
- A empresa afirmou que a segurança dos passageiros não esteve em risco e que todos os pilotos passam por treinamento de competência semestral.
- A polícia apresentou acusações relacionadas a fraude, e o piloto foi liberado enquanto prosseguem os trâmites; autoridades e Air Canada não divulgaram a identidade nem as acusações exatas.
Um ex-piloto da Air Canada é acusado de ter pilotado milhares de passageiros em voos comerciais sem a licença correta para a função, segundo autoridades. A empresa afirma que o piloto operou com licença válida, mas supostamente não teria obtido o certificado de piloto de transporte de linha aérea após a promoção a capitão.
A Air Canada informou que, imediatamente ao detectar a irregularidade, o profissional foi afastado e a Transport Canada foi avisada voluntariamente, pela própria companhia. A segurança dos passageiros foi considerada intacta, já que todos os pilotos passam por treinamento de competência a cada seis meses.
A empresa disse ter realizado uma auditoria interna entre seus pilotos e não encontrou outras inconformidades. O piloto foi preso em decorrência de acusações relacionadas a fraude e, posteriormente, liberado para aguardar os desdobramentos, segundo a ABC News, que citou autoridades.
A BBC entrou em contato com a Air Canada para externalizar um posicionamento. Autoridades canadenses e a própria companhia não identificaram o piloto nem divulgaram as acusações exatas.
Fonte: informações veiculadas pela imprensa canadense, sem identificação do piloto nem das acusações específicas. A Transport Canada não emitiu novo posicionamento até a publicação.
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