- O primeiro-ministro de Israel, Benjamín Netanyahu, pediu formalmente ao presidente Isaac Herzog o indulto em três casos de corrupção e tráfico de influências.
- A petição não admite culpabilidade e cita a necessidade de unidade nacional e de segurança para justificar o indulto.
- A defesa de Netanyahu elaborou o pedido, divulgado pela Presidência, que afirma que procedimentos penais prejudicam o Estado e acentuam tensões entre setores da população.
- Netanyahu é o único chefe de governo israelense a ser processado enquanto está no cargo, enfrentando acusações de fraude, abuso de confiança e recebimento de subornos.
- O pedido de indulto recebeu apoio de Donald Trump e de observadores internacionais; a presidência informou que o presidente avaliará a petição com seriedade após ouvir opiniões relevantes.
Netanyahu pediu formalmente ao presidente de Israel, Isaac Herzog, que o indulte nos três casos de corrupção que enfrenta. A petição, elaborada por seus advogados, não admite culpa e foi divulgada pela Presidência. O primeiro-ministro argumenta a necessidade de unidade nacional e de reforçar a segurança do país.
Segundo a defesa, os processos penais prejudicam os interesses do Estado, aumentam tensões entre setores da população e desviam atenção de questões políticas e de segurança. Netanyahu é o único premiê em exercício a ser julgado, em três ações distintas envolvendo supostos favorecimentos a empresários.
Pedido de indulto e apoio internacional
A peça aponta que o indulto seria uma resposta a uma crise prolongada na arena política. A Presidência informou que o presidente avaliará a solicitação com base em opiniões relevantes, responsabilidade institucional e impactos para o país.
Papel de aliados e contexto recente
O tema contou com apoio público de ex-presidente norte-americano Donald Trump, que já enviou carta sugerindo o indulto e citando a motivação política das acusações. A imprensa internacional acompanha o desdobramento e as datas dos próximos atos judiciais.