- O total de mortes por inundações na Indonésia, Sri Lanka e Tailândia já ultrapassa 800, com centenas de desaparecidos e deslocados.
- Na Indonésia, as autoridades registram pelo menos 435 falecidos e 406 desaparecidos, com mais de 213.000 pessoas deslocadas e acessos terrestres bloqueados em várias províncias de Sumatra.
- O país concentra a maior parte das vítimas, e helicópteros e aviões leves são usados para entregar alimentos, água e equipamentos, devido a estradas destruídas.
- Na Tailândia, há pelo menos 162 mortos, grande parte no sul, com milhões de afetados e o governo declarando estado de emergência em diversas províncias.
- Na Sri Lanka, o ciclone Ditwah deixou 212 mortos e 218 desaparecidos, afetando quase 1 milhão de pessoas, com buscas e operações de resgate em andamento.
As vítimas mortais por inundações causadas por chuvas intensas na região já superam 800 neste domingo, com centenas de desaparecidos e deslocados. Indonésia, Sri Lanka e Tailândia convivem com infraestrutura destruída, acesso interrompido e serviços básicos comprometidos. Resgates seguem em curso, principalmente em áreas isoladas.
Em Indonésia, o saldo aponta pelo menos 435 mortos e 406 desaparecidos, concentrados em Sumatra. Mais de 213 mil pessoas foram deslocadas, e acessos terrestres permanecem bloqueados em vastas regiões. Helicópteros e aviões leves ajudam na entrega de alimentos, água e itens de comunicação. Deslizamentos e alagamentos atingem vilarejos e estradas.
Na Tailândia, o sul do país acumula ao menos 162 mortes, com danos a redes elétricas e água potável. O governo declarou estado de emergência em várias províncias e mobiliza tropas, barcos e helicópteros para evacuações e remoção de escombros. Milhões foram afetados.
Sri Lanka registra 212 mortos e 218 desaparecidos, segundo informações oficiais citadas pela Reuters. Quase um milhão de pessoas foram impactadas por chuvas e inundações, com 17 mil moradias em abrigos. Regiões centrais e costeiras sofrem com desabastecimento e interrupção de serviços.
Ações de resposta incluem operações de busca com apoio militar e de organizações de proteção civil, além de distribuição de alimentos e itens de primeira necessidade. Governos locais trabalham para restabelecer vias de comunicação e o fornecimento de energia e água, conforme as áreas atingidas vão recebendo suporte.