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Chefe da ONU condena lei israelense que corta eletricidade e água à UNRWA

ONU condena lei israelense que bloqueia eletricidade e água a instalações da UNRWA, prejudicando operações e violando a imunidade da agência

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
U.N. Secretary-General Antonio Guterres attends the 15th ASEAN - United Nations (UN) Summit, as part of the 47th ASEAN Summit in Kuala Lumpur, Malaysia October 27, 2025. REUTERS/Chalinee Thirasupa/Pool/ File Photo
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  • O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou a decisão de Israel de bloquearem eletricidade ou água para instalações da UNRWA, agência da ONU que atende refugiados palestinos.
  • A porta-voz da ONU afirmou que a medida pode dificultar ainda mais a atuação da UNRWA e suas atividades humanitárias.
  • O porta-voz explicou que a Convenção de Privilégios e Imunidades das Nações Unidas continua aplicável à UNRWA, a seus bens e aos seus funcionários.
  • O Comissário-Geral da UNRWA, Phillipe Lazzarini, denunciou a ação como parte de uma campanha sistemática para desacreditar a UNRWA e obstruir seu papel.
  • A UNRWA já opera em Jerusalém oriental, considerada pela ONU território ocupado, fornecendo educação, saúde e assistência a refugiados em Gaza, Cisjordânia, Jordânia, Líbano e Síria.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, condenou na quarta-feira uma lei israelense que impede o fornecimento de eletricidade ou água a instalações da UNRWA, agência da ONU que atende refugiados palestinos. A medida é vista como um obstáculo às operações humanitárias da organização.

A UNRWA e seu Comissário-Geral, Phillipe Lazzarini, afirmaram que a ação integra uma campanha para desacreditar a agência e dificultar o atendimento a refugiados palestinos. A ONU destaca que a Convenção sobre Privilégios e Imunidades permanece aplicável aos bens, instalações e funcionários da UNRWA.

A lei, aprovada pelo parlamento israelense em 2024, impede a atuação da UNRWA dentro de Israel e proíbe contatos entre autoridades israelenses e a agência. Hoje, a UNRWA atua em Jerusalém Oriental, Gaza, Cisjordânia, Jordânia, Líbano e Síria, prestando educação, saúde e auxílio à população.

A situação ocorre em meio a tensões acentuadas desde o início do conflito em Gaza. Israel já havia suspendido operações de dezenas de organizações internacionais não governamentais em Gaza, sob regras de verificação de entidades. Diversos países europeus e o Canadá atribuíram impacto severo à paralisação de serviços essenciais, inclusive em saúde, caso operações internacionais cessem.

— Reportagem de Jasper Ward, em Washington, com edição de Don Durfee e Raju Gopalakrishnan.

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