- O Pentágono anunciou contrato de US$ 328,5 milhões com a Lockheed Martin para fornecer 55 Pods IRST Legion Enhanced, processadores e containers à Força Aérea de Taiwan.
- O trabalho será realizado em Orlando, na Flórida, com conclusão prevista para junho de 2031.
- A negociação ocorre em meio a Taiwan em alerta máximo após exercícios militares chineses nas últimas semanas, e aos recordes de vendas de armas dos EUA à ilha em dezembro.
- Os Estados Unidos mantêm laços não oficiais com Taiwan e são obrigados por lei a fornecer meios para a defesa da ilha, enquanto a China contesta tais vendas.
O Pentágono anunciou um acordo de venda de armas para Taiwan no valor de US$ 328,5 milhões. O contrato envolve 55 pods IRST Legion Enhanced, com processadores e containers, destinados à Força Aérea de Taiwan. A execução ocorre em Orlando, na Flórida, com conclusão prevista para junho de 2031.
Segundo o comunicado, o objetivo é atender a uma necessidade operacional urgente da aeronáutica taiwanesa. Os itens incluem sensores Infrared Search and Track em formato modular, para melhorar detecção e rastreamento de alvos.
O acordo ocorre em meio a tensões regionais provocadas por exercícios militares chineses em torno da ilha. Taiwan permanece em estado de alerta após as manobras, que elevaram o espectro de.pressões militares na região.
Contexto adicional aponta que, em dezembro, os EUA anunciaram um pacote de armas historicamente alto para Taiwan. A decisão segue a linha de defesa prevista em leis dos EUA que asseguram apoio a Taipei, apesar de fricções com Pequim.
Taiwan, que não tem reconhecimento diplomático formal de muitos países, recebe o suporte de Washington como parte de vínculos não oficiais. O governo americano afirma que as vendas visam a autodeterminação da ilha dentro do marco legal.
Fontes oficiais destacam que o contrato será conduzido com a indústria de defesa dos EUA e que o trabalho de fabricação é centralizado nos Estados Unidos. A conclusão em 2031 reforça o cronograma de substituição e atualização de equipamentos taiwaneses.
O que se observa é uma continuidade de parceria entre Washington e Taipei, com foco em capacidades de vigilância e resposta rápida. O governo taiwanês não comentou oficialmente sobre o contrato específico.
Entre na conversa da comunidade