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Autoridades iranianas avisam Trump para não cruzar linha vermelha em protestos

Autoridades iranianas alertam que intervenção dos EUA cruzaria linha vermelha, após Trump prometer resgatar manifestantes, aumentando tensão regional

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The Iranian secretary of the supreme national security council, Ali Larijani, said ‘the American people must know that Trump is the one that started this adventure’. Photograph: AP
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou intervir na Iran se o governo killed demonstradores, afirmando estar “carregado e pronto para agir”.
  • Responsáveis iranianos alertaram que qualquer interferência americana seria uma violação de uma “linha vermelha”.
  • Ontem, Trump disse que os EUA viriam em socorro dos manifestantes, após os protestos, agora no sexto dia, se intensificarem.
  • O rial iraniano caiu para cerca de 1,4 milhão por dólar, ampliando a crise econômica que alimenta as manifestações.
  • Os protestos já atingem várias cidades, incluindo Teerã e Isfahan; ao menos sete pessoas morreram, entre elas um voluntário das forças Basij.

Donald Trump ameaçou intervir no Irã caso o governo persa mate manifestantes, o que levou autoridades iranianas a acusarem risco de violação da soberania. O aviso veio após posts do presidente americano de que os EUA iriam resgatar os protestos.

Os protestos, já na sexta dia, são os maiores desde 2022, quando Mahsa Amini desencadeou revoltas no país. A crise econômica agravou a insatisfação, com o rial caindo para cerca de 1,4 milhão por dólar.

Sete pessoas já morreram, incluindo um voluntário da força Basij. Imagens mostram forças de segurança com armas de fogo e relatos de tiros ao fundo.

Reação das autoridades iranianas

Ali Shamkhani, assessor do supremo líder, disse que a segurança nacional é uma linha vermelha e que qualquer intervenção terá resposta considerada. Em X, o alerta reiterou a possibilidade de uma resposta com consequências.

Ali Larijani, secretário do Conselho de Segurança Nacional, acusou EUA e Israel de envolvimento nas manifestações. Ele afirmou que a intervenção americana teria efeito destabilizador na região e alertou para riscos aos soldados estadounidenses.

Contexto e desenvolvimento dos protestos

As manifestações se expandiram além de Teerã, chegando a Isfahan e outras cidades. Comerciantes fecharam estabelecimentos e estudantes ocuparam universidades, reunindo motivações econômicas e contra a gestão governamental.

O presidente iraniano Masoud Pezeshkian buscou um tom mais conciliador, instruindo o governo a ouvir as demandas legítimas dos protestantes. Ainda assim, autoridades sinalizam endurecimento frente a picos de violência.

O Irã afirmou que não está enriquecendo urânio em nenhum lugar do país e afirmou estar aberto a negociações com o Ocidente. Em junho, país já atacou a base aérea Al-Udeid, no Qatar, em retaliação a ações dos EUA.

Perspectiva regional e cenário atual

Autoridades reforçam que qualquer interferência externa poderia desestabilizar a região e comprometer interesses americanos, segundo comunicados oficiais. O governo iraniano também deixou claro que próximos passos dependerão da evolução dos protestos.

Com os confrontos em curso, as autoridades continuam a buscar equilíbrio entre gestão da crise interna e resposta a críticas externas, mantendo tom de cobrança por estabilidade econômica e social.

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