- O secretário-geral da ONU, António Guterres, está profundamente preocupado com o anúncio de Israel de suspender as operações de várias organizações não governamentais internacionais no território palestino ocupado.
- Ele pediu que a medida seja revertida, segundo afirmação divulgada na sexta-feira.
- O porta-voz Stéphane Dujarric disse que a decisão, associada a restrições anteriores, atrasará ainda mais o fornecimento de alimentos, medicamentos, itens de higiene e abrigo a Gaza.
- A suspensão é entendida como um agravamento da crise humanitária na região.
- A informação foi veiculada a partir de Washington, em dois de janeiro.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, manifestou preocupação com o anúncio de suspensão das operações de várias organizações não governamentais internacionais na região da Palestina ocupada. A medida foi anunciada por autoridades israelenses e motivou apelos para que seja revertida.
O comunicado divulgado na sexta-feira pela assessoria do secretário-geral aponta que a suspensão agrava a crise humanitária já em curso. Segundo Stephane Dujarric, porta-voz da ONU, a decisão vem após restrições anteriores que atrasaram fornecimentos de alimentos, medicamentos, itens de higiene e abrigos para Gaza.
A ONU reforçou que as transferências humanitárias já enfrentam dificuldades, e que a suspensão pode dificultar ainda mais o acesso a assistência vital. A organização pediu diálogo entre as partes para evitar impactos sobre civis.
A medida envolve organizações internacionais que atuam em território palestino ocupado, incluindo atividades humanitárias e de apoio básico a populações vulneráveis. A ONU pediu a retomada rápida das operações e garantias de proteção para trabalhadores humanitários.
O caso ocorre em meio a tensões reiteradas na região, com a ONU destacando a necessidade de manter canais de ajuda humanitária abertos. O objetivo é minimizar a interrupção de serviços essenciais à população civil.
Fontes oficiais não detalharam quais organizações seriam afetadas nem o período de suspensão. A instituição internacional afirma continuar monitorando a situação e busca soluções para reduzir impactos sobre civis.
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