- O Departamento de Comércio dos Estados Unidos reduziu as tarifas propostas sobre a massa italiana para uma faixa de duas por cento a quatorze por cento.
- A decisão final sobre os novos tributos deve sair em doze de março.
- A La Molisana terá tarifa de 2,26%, a Garofalo cerca de 14% e as demais onze empresas ficarão em 9,09%.
- O governo italiano disse que esse reajuste mostra cooperação construtiva e que as tarifas já convivem com a tarifa de 15% aplicada pela Trump a bens da União Europeia.
- A administração dos Estados Unidos adiou, por mais um ano, aumentos de tarifas em móveis estofados, gabinetes de cozinha e lavatórios.
A several semanas de tensão comercial, o Departamento de Comércio dos EUA reduziu as tarifas propostas sobre massas italianas. Em vez de quase dobrar o custo para marcas, a faixa agora fica entre 2% e 14%. A decisão final está prevista para 12 de março.
A medida envolve 13 produtores italianos, entre eles La Molisana e Garofalo, que teriam tarifas ajustadas conforme cada empresa. A avaliação aponta que essas companhias respondem a questões levantadas pelo DoC.
A Itália informou que o recálculo agressivo indica cooperação construtiva. O governo destacou que ajustes podem evitar impactos desproporcionais para o setor de massas no país.
Ajustes específicos
- La Molisana: tarifa de 2,26%.
- Garofalo: tarifa de cerca de 14%.
- Demais 11 produtores: tarifa de 9,09%.
O DoC não confirmou o valor final para cada empresa, afirmando apenas que a análise preliminar aponta resolução de dúvidas.
A Tarifa de 15% sobre bens da UE continua vigente, conforme mencionaram autoridades. A decisão final sobre as tarifas de pizzas e massas deve sair em 12 de março, mantendo incertezas para o mercado.
Contexto econômico e reações
A União Europeia e a Itália ressaltam que cerca de US$ 770 milhões em vendas anuais de massas para os EUA podem ser afetados. A Comissão Europeia informou que pode agir caso haja necessidade de intervenção.
Enquanto isso, os EUA adiaram por mais um ano aumentos tarifários sobre móveis estofados, gabinetes e lavatórios. A decisão faz parte de negociações contínuas com parceiros comerciais, segundo a Casa Branca.
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