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Segurança dos EUA é condenada por uso indevido de obra de artista japonês

DHS enfrenta críticas após usar obra de Hiroshi Nagai sem consentimento para promover deportações, ampliando controvérsia sobre uso não autorizado de arte

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Homeland security secretary Kristi Noem speaks in North Charleston, South Carolina, in November 2025.
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  • O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) foi contestado por Hiroshi Nagai, artista japonês, que denunciou o uso não autorizado de sua obra para promover deportações, em uma postagem de Ano Novo no X.
  • A imagem mostrava uma praia limpa, palmeiras e um carro vintage, com o texto “America after 100 million deportations” e outra legenda acusando a nação de não estar mais sob o “terceiro mundo”.
  • Nagai, de 78 anos, é conhecido por obras de city pop e paisagens oníricas; ele questionou o uso sem autorização da imagem pelo DHS.
  • O DHS já enfrentou críticas semelhantes por usar obras de outros artistas, como Thomas Kinkade, para promover sua agenda de imigração, o que gerou posição da Kinkade Family Foundation contestando o uso.
  • Reações de artistas pop também marcaram o caso: Olivia Rodrigo criticou o uso de sua canção all american bitch, e Sabrina Carpenter repudiou o uso de sua música Juno em vídeos sobre operações de imigração; o DHS respondeu de forma oficial nesses episódios.

DHS enfrenta nova oposição após usar obra de artista japonês sem autorização para promover deportações. O caso envolve Hiroshi Nagai, designer gráfico de 78 anos, que criticou a utilização de sua arte pela agência. A postagem de Ano Novo mostrou uma paisagem litorânea com texto controverso, elevando a polêmica sobre consentimento.

A obra foi publicada pela primeira vez pela imprensa internacional em meio a críticas sobre o uso de obras sem autorização pela Homeland Security. Nagai questionou publicamente o uso de sua imagem em redes sociais, destacando a ausência de permissão formal. A reação de Nagai ganhou repercussão internacional, ampliando o debate sobre direitos autorais.

Histórico de incidentes com artistas

Anteriormente, a DHS gerou controvérsia ao compartilhar uma pintura de Thomas Kinkade, associando-a a mensagens sobre defesa da pátria. A Kinkade Family Foundation reconheceu que a autorização não foi obtida e pediu a remoção da publicação. A entidade também condenou a peça e o tom utilizado pela agência.

Além disso, houve críticas de artistas pop por uso de suas canções em vídeos promovidos pela agência. Olivia Rodrigo reagiu a uma utilização de uma de suas músicas para incentivar a autopromoção de ações imigratórias, classificando a prática como propaganda racista e intolerante. Em resposta, a DHS afirmou reconhecer o serviço de autoridades federais.

Poucos dias depois, Sabrina Carpenter também expressou repúdio a um vídeo promovido pela instituição que utilizava uma de suas canções para ilustrar ações de fiscalização de imigração. A cantora afirmou que não autorizava o uso de seu trabalho para esse propósito, reforçando a posição de artistas sobre consentimento e autonomia criativa.

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