- Donald Trump afirmou que a ditadura venezuelana, Nicolás Maduro, e sua esposa Cilia Flores, foram capturados e enviados para fora do país, após um ataque a Caracas e região; haverá uma coletiva às 11h, no horário local da Flórida.
- O governo da Venezuela afirmou que os EUA lançaram ataques contra alvos civis e militares no país, ocorrendo explosões na madrugada de sábado em Caracas.
- A mensagem oficial venezuelana pediu mobilização da população contra a agressão e afirmou que Washington pode destabilizar a região com ação militar.
- Explosões e aeronaves de baixo voo foram ouvidas em Caracas; a capital, segundo o governo, foi atacada, assim como os estados Mirada, La Guaira e Aragua.
- O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, pediu sessão de emergência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas para tratar do ataque à Venezuela.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o líder venezuelano Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país após um ataque de grande escala na madrugada em Caracas e região. A declaração ocorreu durante anúncio de entrevista coletiva programada para acontecer na Flórida, às 11h locais (13h em Brasília).
A defesa venezuelana denunciou que Washington lançou uma série de ataques contra alvos civis e militares no país, após explosões ocorridas na capital na madrugada de sábado. O governo informou que Caracas foi atingida, assim como os estados Miranda, La Guaira e Aragua.
Explosões e aeronaves de baixa altitude foram ouvidas na capital nas primeiras horas de sábado. O governo indicou que a ação envolve tentativas de tomada de controle de recursos, especialmente petróleo e minerais, e pediu mobilização da população para enfrentar o que chamou de agressão imperial.
Repercussões internacionais
O governo colombiano, representado pelo presidente Gustavo Petro, solicitou uma sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU, em tom de alerta sobre o ataque a Venezuela. Na região, líderes e organizações pedem apuração das informações e responses diplomáticas.
O governo colombiano também informou ter solicitado apoio internacional para acompanhamento da crise, ressaltando a necessidade de manter a estabilidade na região e evitar escalar conflitos. Ações em Caracas continuam sob monitoramento de especialistas e agências internacionais.
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