- Rússia – o Ministério das Relações Exteriores acusa os Estados Unidos de agressão armada contra a Venezuela, critica os pretextos e pede evitar nova escalada, defender o diálogo e manter a América Latina como zona de paz, além de apoiar reunião imediata do Conselho de Segurança da ONU.
- Espanha – o Ministério das Relações Exteriores espanhol pede desescalada, atuação conforme o direito internacional e oferta de bons serviços para facilitar uma solução pacífica da crise.
- Trinidad e Tobago – o primeiro-ministro Kamla Persad-Bissessar afirmou que os EUA iniciaram operações no território venezuelano, acrescentando que o país não participa das ações e mantém relações pacíficas com a Venezuela.
- Alemanha – o deputado Roderich Kiesewetter (CDU) afirma que os Estados Unidos abandonaram a ordem baseada em regras desde 1945 e que o golpe em Venezuela representa retorno a uma doutrina de esferas de influência, minando a confiança no país.
- Itália – o ex-primeiro ministro Giuseppe Conte considera a agressão americana sem base legal, violação do direito internacional, e aposta que a comunidade internacional se manifeste para reafirmar que regras valem para todos.
O governo dos Estados Unidos realizou ataques militares contra território venezuelano no último sábado, 3 de janeiro de 2026. A ofensiva ocorreu sem detalhar objetivos específicos, gerando reações de governos e representantes internacionais.
Diversos atores externaram críticas, pedidos de desescalonamento e apelos ao respeito ao direito internacional. Seguimento diplomático foi acionado por meio de declarações oficiais de autoridades estrangeiras, que pedem diálogo e contenção.
Reações internacionais
A Rússia classificou a ação como aggressão armada e expressou grande preocupação, defendendo que não houve fundamentos para o pretexto utilizado e pedindo que haja diálogo para evitar nova escalada. A posição também enfatizou o direito de Venezuela de definir seu destino sem intervenção externa.
O Irã, por meio de seu líder supremo, instou à resistência contra o que chamou de imposição do inimigo, reforçando apoio ao povo venezuelano. A orientação incluiu avaliações de que a nação deve permanecer firme diante de pressões externas.
O Ministério das Relações Exteriores da Espanha pediu contenção e observância do direito internacional, oferecendo auxílio para uma solução pacífica negociada da crise.
O primeiro-ministro de Trinidad e Tobago informou que o país não participa das operações e mantém relações pacíficas com a população venezuelana, ressaltando neutralidade na situação.
O deputado alemão Roderich Kiesewetter criticou o endurecimento da ordem baseada em regras, acusando o governo americano de abandonar acordos desde 1945 e de minar a confiança nas relações transatlânticas.
Giusepppe Conte, ex-primeiro-ministro italiano, afirmou que a agressão carece de base legal e representaria violação do direito internacional, pedindo que a comunidade internacional faça ouvir a sua voz.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Indonésia informou que o país acompanha os desdobramentos para a proteção de seus cidadãos, defendendo resolução pacífica por meio de desescalada e diálogo, sem deixar de lado o respeito às leis internacionais.
Maxime Prévot, vice-primeiro-ministro belga, destacou a proteção dos cidadãos e a mobilização das representações em Bogotá e Bruxelas, mantendo monitoramento estreito em conjunto com parceiros europeus.
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