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Reações globais aos ataques dos EUA contra a Venezuela

Reações internacionais às ações dos EUA na Venezuela divergem, com apelos à desescalada, observância do direito internacional e proteção de civis

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The sun rises after U.S. President Donald Trump said on Saturday the U.S. has struck Venezuela and captured its President Nicolas Maduro, in Caracas, Venezuela January 3, 2026. REUTERS/Maxwell Briceno
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  • Rússia – o Ministério das Relações Exteriores acusa os Estados Unidos de agressão armada contra a Venezuela, critica os pretextos e pede evitar nova escalada, defender o diálogo e manter a América Latina como zona de paz, além de apoiar reunião imediata do Conselho de Segurança da ONU.
  • Espanha – o Ministério das Relações Exteriores espanhol pede desescalada, atuação conforme o direito internacional e oferta de bons serviços para facilitar uma solução pacífica da crise.
  • Trinidad e Tobago – o primeiro-ministro Kamla Persad-Bissessar afirmou que os EUA iniciaram operações no território venezuelano, acrescentando que o país não participa das ações e mantém relações pacíficas com a Venezuela.
  • Alemanha – o deputado Roderich Kiesewetter (CDU) afirma que os Estados Unidos abandonaram a ordem baseada em regras desde 1945 e que o golpe em Venezuela representa retorno a uma doutrina de esferas de influência, minando a confiança no país.
  • Itália – o ex-primeiro ministro Giuseppe Conte considera a agressão americana sem base legal, violação do direito internacional, e aposta que a comunidade internacional se manifeste para reafirmar que regras valem para todos.

O governo dos Estados Unidos realizou ataques militares contra território venezuelano no último sábado, 3 de janeiro de 2026. A ofensiva ocorreu sem detalhar objetivos específicos, gerando reações de governos e representantes internacionais.

Diversos atores externaram críticas, pedidos de desescalonamento e apelos ao respeito ao direito internacional. Seguimento diplomático foi acionado por meio de declarações oficiais de autoridades estrangeiras, que pedem diálogo e contenção.

Reações internacionais

A Rússia classificou a ação como aggressão armada e expressou grande preocupação, defendendo que não houve fundamentos para o pretexto utilizado e pedindo que haja diálogo para evitar nova escalada. A posição também enfatizou o direito de Venezuela de definir seu destino sem intervenção externa.

O Irã, por meio de seu líder supremo, instou à resistência contra o que chamou de imposição do inimigo, reforçando apoio ao povo venezuelano. A orientação incluiu avaliações de que a nação deve permanecer firme diante de pressões externas.

O Ministério das Relações Exteriores da Espanha pediu contenção e observância do direito internacional, oferecendo auxílio para uma solução pacífica negociada da crise.

O primeiro-ministro de Trinidad e Tobago informou que o país não participa das operações e mantém relações pacíficas com a população venezuelana, ressaltando neutralidade na situação.

O deputado alemão Roderich Kiesewetter criticou o endurecimento da ordem baseada em regras, acusando o governo americano de abandonar acordos desde 1945 e de minar a confiança nas relações transatlânticas.

Giusepppe Conte, ex-primeiro-ministro italiano, afirmou que a agressão carece de base legal e representaria violação do direito internacional, pedindo que a comunidade internacional faça ouvir a sua voz.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Indonésia informou que o país acompanha os desdobramentos para a proteção de seus cidadãos, defendendo resolução pacífica por meio de desescalada e diálogo, sem deixar de lado o respeito às leis internacionais.

Maxime Prévot, vice-primeiro-ministro belga, destacou a proteção dos cidadãos e a mobilização das representações em Bogotá e Bruxelas, mantendo monitoramento estreito em conjunto com parceiros europeus.

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