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Myanmar libera 6.186 prisioneiros em anistia no Dia da Independência

Junta militar de Mianmar anunciará anistia para 6.186 prisioneiros por Dia da Independência, com redução de penas em um sexto; ainda não fica claro se liberar presos políticos

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Election Commission officials count ballots at a polling station during Myanmar's general election in Yangon, Myanmar, December 28, 2025. REUTERS/Stringer/File Photo
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  • O regime militarizado de Mianmar anunciará a libertação de 6.186 prisioneiros por meio de anistia no Dia da Independência, informou a televisão estatal neste sábado.
  • Entre os liberados há 52 estrangeiros, segundo a emissora estatal MRTV.
  • Além disso, as penas serão reduzidas em um sexto, em todo o país, com exceção de crimes graves como assassinato, estupro, terrorismo, corrupção e crimes relacionados a armas ou drogas.
  • Ainda não ficou claro se haverá libertação de prisioneiros políticos.
  • O país vive turbulência desde o golpe de 2021, que derrubou o governo eleito de Aung San Suu Kyi, com mais de 30 mil detidos por razões políticas e milhões deslocados pela violência.

O governo militar de Myanmar anunciou que libertará 6.186 prisioneiros em uma amnistia que marca o Dia da Independência, informou a MRTV, veículo estatal. O gesto é apresentado como uma medida humanitária, incluindo também 52 estrangeiros.

A decisão reduz as penas em um sexto em todo o país, com exceção de crimes graves como murder, estupro, terrorismo, corrupção e delitos relacionados a armas ou drogas. Não ficou claro se presos políticos seriam liberados nessa iniciativa.

Ainda não há confirmação sobre a libertação de detentos políticos específicos. O país permanece em crise desde o golpe de 2021, que derrubou o governo eleito de Aung San Suu Kyi e desencadeou repressão e violência generalizadas.

Contexto e impacto

Mais de 30 mil pessoas são detidas por razões políticas desde o golpe, segundo a Associação de Prisões Políticas. Conflitos entre forças militares, grupos insurgentes e etnias diversas persistem, gerando deslocamentos de cerca de 3,6 milhões de pessoas.

A primeira rodada das eleições desde 2020 ocorreu no fim de semana, em meio a críticas internacionais que ressaltam a ausência de competição aberta para partidos contrários ao regime. A eleição tem sido amplamente contestada por opositores.

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