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Vitalik afirma que Ethereum resolveu o maior desafio das criptomoedas

Vitalik afirma que o Ethereum resolveu o tríplice desafio da blockchain com ZKEVM e PeerDAS, elevando descentralização, segurança e capacidade até 2030

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Ethereum ZKEVM - Vitalik Says Ethereum Just Solved Crypto's Biggest Problem
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  • Vitalik Buterin afirmou que a Ethereum resolveu o trilema da blockchain ao combinar ZKEVMs com PeerDAS, já em funcionamento na mainnet.
  • As ZKEVMs alcançaram desempenho de produção, com tempo de prova caindo de 16 minutos para 16 segundos e custos caindo 45 vezes.
  • O PeerDAS permite verificar disponibilidade de dados por amostragem, aumentando a capacidade de processamento sem perder descentralização.
  • A Ethereum Foundation traça um roadmap até 2030, com aumento de gás em 2026, início de nós ZKEVM e, entre 2027 e 2030, a validação ZKVM como método principal de verificação.
  • A adoção institucional cresce, com JPMorgan lançando um fundo monetário tokenizado de 100 milhões de dólares e bancos desenvolvendo soluções em L2 usando ZK.

Vitalik Buterin afirmou que a Ethereum superou o chamado maior problema da cripto, ao combinar ZKEVMs com PeerDAS, agora em funcionamento no mainnet. A equipe diz ter alcançado equilíbrio entre descentralização, consenso e largura de banda.

A declaração foi publicada por Buterin nas redes sociais, apontando que o protocolo entrega simultaneamente descentralização, consenso e alta capacidade de processamento, algo visto como impossível até então.

A Ethereum Foundation descreve a nova arquitetura como uma divisão do trabalho computacional entre nós, mantendo a verificação criptográfica de todas as transições de estado. O objetivo é ampliar desempenho sem sacrificar segurança.

Os avanços são medidos por reduções de tempo de prova: de minutos para segundos, e quedas de custos significativas. Atualmente, 99% dos blocos são potencialmente comprováveis com o hardware adequado.

O PeerDAS permite que os nós verifiquem disponibilidade de dados apenas por amostragem de partes do bloco, aumentando a taxa de transferência sem aumentar o download de dados. Isso sustenta maior escalabilidade com a mesma descentralização.

A fundação reforça a necessidade de segurança robusta, mantendo metas de 128 bits de segurança até o fim de 2026 e integrações com ferramentas de estimativa de segurança até fevereiro. Ataques que balessem provas prejudicariam o sistema, segundo alerta oficial.

George Kadianakis, da equipe de criptografia, destacou a importância de estabilizar as arquiteturas antes de avançar. Ele citou verificação formal e novas técnicas de compromissos polinomiais como parte das metas de segurança.

Buterin apresentou ainda um cronograma de implementação até 2030, começando com grandes aumentos de limites de gás em 2026 e a introdução de ZKEVMs na prática. Entre 2026 e 2028 há mudanças estruturais e migração de payloads de execução para blobs.

Entre 2027 e 2030, a validação ZKVM seria a principal forma de verificação de blocos, com limites de gás ampliados. A visão inclui construção de blocos distribuída, para evitar concentração de controle geográfico.

A adoção institucional já avança, com expectativa de aumento significativo do valor total bloqueado em 2026. JPMorgan planeja um fundo de dinheiro de mercado tokenizado de 100 milhões de dólares na Ethereum, segundo relatos, enquanto Deutsche Bank desenvolve uma solução L2 com ZKsync.

Além disso, 24 instituições financeiras estão testando tokenização de ativos sob a regulação de Cingapura, ampliando o ecossistema ao redor da rede.

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