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Como a proibição de redes sociais na Austrália afetará instituições de arte

Lei australiana proíbe menores de 16 em redes sociais a partir de dez de dezembro, forçando museus a repensar conteúdo e engajamento online

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
A billboard from the Smartphone Free Childhood movement in the UK
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  • A lei australiana proibiu menores de 16 anos de terem contas em redes sociais, com vigência a partir de 10 de dezembro, obrigando plataformas a tomarem medidas para impedir acessos de menores.
  • O impacto nos museus e nas instituições de arte varia: algumas prevêm mudança pouca ou nenhuma, outras buscam novas estratégias digitais para engajar jovens.
  • A Art Gallery of New South Wales diz que a faixa de 13 a 17 anos representa apenas 0,2% de seus seguidores no Instagram, apontando efeito mínimo na estratégia de conteúdo.
  • O Museum of Contemporary Art Australia trabalha com público jovem de formas presenciais e digitais, e analisa como o banimento pode afetar a participação de jovens.
  • Especialistas discutem o papel das redes sociais como objeto museal e o desafio de representar a experiência humana da comunicação digital no acervo.

O governo australiano aprovou uma lei que proíbe menores de 16 anos em redes sociais. A regra entra em vigor em 10 de dezembro e afeta plataformas como Meta, TikTok, YouTube, X e Reddit. A intenção é reduzir a exposição de jovens a conteúdos potencialmente prejudiciais.

Instituições de arte e museus já avaliam impactos. O compartilhamento de conteúdos voltados a adolescentes pode ficar mais restrito, o que exige revisão de estratégias digitais. A medida não elimina a presença online, mas altera formatos e públicos-alvo.

A lei vem em meio a campanhas como Smartphone Free Childhood, que apontam riscos de plataformas para a saúde. Em peças de divulgação, artistas e organizações defendem abordar jovens sem depender exclusivamente das redes sociais.

Impacto nas instituições

Alguns museus acreditam que o endurecimento terá efeito mínimo. Em NSW, o Art Gallery estima que menos de 0,5% de seus seguidores de Instagram têm entre 13 e 17 anos, o que sugere baixa sensibilidade à mudança.

Outros espaços com público jovem maior reavaliam a presença digital. O MCA, por exemplo, afirma que metade de seus visitantes tem menos de 35 anos e ressalta programas para famílias, escolas e comunidades, com ou sem redes sociais.

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