- França reafirmou apoio à soberania de Dinamarca e Groenlândia após novas ameaças de Trump de tomar a Groenlândia.
- O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Pascal Confavreux, disse que há solidariedade a Dinamarca e que a Groenlândia pertence aos povos da Groenlândia e de Dinamarca; fronteiras não podem ser mudadas pela força.
- Trump disse à The Atlantic que “precisamos da Groenlândia, é para defesa”.
- A fala ocorreu um dia após os EUA terem, segundo a reportagem, capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a afirmação de que Washington comandaria o país.
- Os líderes de Dinamarca e Groenlândia também pediram a Trump que cesse as ameaças de tomar a Groenlândia.
France reforçou nesta segunda-feira seu apoio à soberania e à integridade territorial da Dinamarca e da Groenlândia, após novas ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de tomar a Groenlândia.
O Ministério das Relações Exteriores, por meio de porta-voz, afirmou que a França está solidária à Dinamarca e que a Groenlândia pertence aos povos dinamarquês e groenlandês, cabendo a eles decidir seus caminhos. Fronteiras não podem ser alteradas pela força.
Trump revelou em entrevista à revista The Atlantic que considera precisar da Groenlândia para defesa, o que gerou repúdio entre Dinamarca e Groenlândia, que pediram ao presidente para abandonar as ameaças.
Segundo relatos, líderes da Dinamarca e da Groenlândia também manifestaram, no fim de semana, a necessidade de deter as ameaças de tomada da Groenlândia, enfatizando o respeito à soberania regional.
Reação internacional
A posição francesa foi destacada após o agravamento da tensão entre Washington, Copenhagen e Nuuk, envolvendo questionamentos sobre a influência estratégica na região do Atlântico Norte.
O caso ocorre em meio a episódios recentes de tensão geopolítica, com várias nações monitorando a resposta de Washington e avaliando impactos sobre alianças e acordos regionais.
Ninguém afirmou mudanças de posição ou impactos práticos imediatos, mas servidores diplomáticos ressaltaram o princípio da autodeterminação dos povos e a inviolabilidade das fronteiras.
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