- Veneza identifica estado de emergência vigente desde o ataque dos EUA que derrubou o presidente Nicolas Maduro.
- decreto determina que a polícia inicie imediatamente busca nacional e prisão de todos os envolvidos na promoção ou apoio ao ataque armado dos Estados Unidos.
- A norma está em vigor desde sábado, mas foi publicada na íntegra nesta segunda-feira.
- O contexto envolve avaliações sobre as ações dos EUA e a resposta do governo venezuelano.
- Em Caracas, houve marcha pela libertação de Maduro no dia 4 de janeiro de 2026.
A Venezuela ordenou à polícia iniciar, já, a busca nacional e a prisão de todos os que promovam ou apoiem o ataque armado liderado pelos Estados Unidos, segundo o texto de um decreto publicado nesta segunda-feira. A medida foi decretada pelo governo como parte de um estado de emergência.
O decreto, em vigor desde sábado, foi integralmente publicado apenas hoje, informou a imprensa. A autoridade responsável descreve a medida como necessária para conter o que classifica como apoio ao ataque estrangeiro.
Acompanhando o anúncio, uma passeata em Caracas pediu a libertação do presidente Nicolás Maduro, após ele e a primeira-dama Cilia Flores terem sido detidos em meio a ataques dos EUA contra o país, conforme registros fotográficos da Reuters.
Segundo a agência, o decreto tramita entre as medidas de resposta do governo venezolano, sem detalhar critérios específicos de aplicação ou de eventuais punições. O texto reforça, porém, a exigência de cooperação de autoridades.
O ocorrido ocorre em meio a tensões políticas e segurança nacional elevadas, com o governo venezuelano afirmando que ações externas justificam medidas emergenciais. A Reuters acompanhou as desdobramentos e a mobilização popular no país.
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