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Pope Leo encerra Ano Santo católico e pede bondade com estrangeiros

Encerrando o jubileu, o Papa Leo convoca solidariedade a migrantes e humanidade com estrangeiros, criticando economia que transforma desejos humanos em negócio

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Mass for the Epiphany of the Lord in St. Peter's Basilica at the Vatican
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  • O papa Leão encerrou o Jubileu da Igreja Católica ao fechar a Porta Santa de mármore na Basílica de São Pedro, às 9h41 no horário local.
  • O Holy Year recebeu registro de 33,5 milhões de peregrinos, vindos de 185 países, segundo autoridades vaticanas.
  • Leão pediu que os cristãos ajudem os necessitados e tratem os estrangeiros com gentileza, lembrando que a economia distorcida tenta lucrar com tudo.
  • O Jubileu de 2025 foi aberto pelo papa Francisco e encerrado pelo seu sucessor; o próximo não deve ocorrer antes de 2033.
  • O pontífice mantém as políticas do papa Francisco sobre acolhimento a católicos LGBT e debate sobre a ordenação de mulheres, reforçando críticas ao sistema econômico global.

O Papa Leo encerrou o Ano Santo da Igreja Católica ao selar a Porta Santa de bronze na Basílica de São Pedro, em uma cerimônia no Vaticano nesta terça-feira. O fechamento marcou o fim de um período de peregrinações e celebrações em Roma, iniciado pelo Papa Francisco no fim do ano passado.

O Pontífice destacou a necessidade de compaixão com os necessitados e de tratar os estrangeiros com bondade. Segundo a Santa Sé, 33,5 milhões de fiéis visitaram Roma durante o Ano Santo, reforçando o tema de acolhimento de imigrantes que acompanhou boa parte de seu pontificado.

Ao longo do Jubileu, peregrinos de 185 países puderam entrar pelas Portas Santas em quatro basílicas de Roma e acompanhar audiências papais. O próximo Jubileu não é esperado antes de 2033, quando pode haver celebração especial por dois mil anos da morte de Jesus.

O Vaticano informou que o jubileu de 2025 foi aberto pelo Papa Francisco e encerrado por Leo, que sucedeu o falecido pontífice em abril deste ano. Francisco governou por 12 anos e deixou marcas em políticas de acolhimento e diálogo sobre participação feminina na Igreja.

Leo, o primeiro papa americano, manteve abertas as chamadas políticas-chave de Francisco, incluindo a acolhida a católicos LGBT e o debate sobre a ordenação de mulheres. Ele criticou, de forma reiterada, o funcionamento do sistema econômico global.

Para Leo, o mercado transforma desejos humanos de viagem e reinício em simples atividade mercantil. O Papa enfatizou que, após o Ano Santo, é preciso reconhecer no visitante um peregrino, no estrangeiro um irmão e na comunidade local um vizinho.

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