- Putin participou da missa de Natal ortodoxa, realizada no início da quarta-feira, na igreja St George Victory Bearer, próxima a Moscou, acompanhado de militares, esposas e filhos.
- O presidente elogiou a “missão sagrada” de defesa da Rússia pelos soldados, dizendo que eles atuam como se fosse ordem divina.
- O discurso de Natal ressaltou unidade, caridade e apoio às forças armadas, conectando a cerimônia à continuidade da luta da Rússia na Ucrânia.
- Em mensagem publicada no site do Kremlin, Putin elogiou a Igreja Ortodoxa Russa e outras denominações por fortalecerem a unidade social e o patrimônio histórico e cultural do país, destacando misericórdia e assistência a necessitados e veteranos.
- Desde 2000 ele participa de missas de Natal; desde o início da guerra, porém, costuma celebrar mais próximo de Moscou, desta vez em Novo Ogaryovo.
Putin participou, na manhã de quarta-feira, de uma cerimônia ortodoxa de Natal na região de Moscou, na igreja St George Victory Bearer. O presidente destacou a “missão sagrada” de defesa da Rússia, em meio ao conflito com a Ucrânia que entra no quarto ano.
A presença ocorreu em um ambiente com oficiais uniformizados, esposas e filhos, enquanto sacerdotes conduziam o serviço religioso próximo a Moscou. O momento foi acompanhado por imagens divulgadas pela imprensa.
Durante a cerimônia, Putin afirmou que os militares do país atuam em defesa do território e do povo, alinhando o gesto com tradições históricas de serviço à pátria. A declaração reforça o tom nacionalista que tem marcado o governo na guerra.
Em mensagem de Natal publicada no site do Kremlin, o presidente elogiou a Igreja Ortodoxa e outras denominações por fortalecer a coesão social e preservar o patrimônio cultural russo. Atribuiu às instituições religiosas ações de caridade, assistência aos necessitados e apoio a participantes e veteranos do conflito, referido pelo governo como operação militar especial.
Historicamente, Putin vem participando de missas de Natal desde 2000, mas, desde o início do conflito, costuma celebrar perto de Moscou, especialmente na residência estatal de Novo Ogaryovo. A reportagem reúne informações da Reuters.
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