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Turistas ficam presos em ilha remota do Iêmen após racha entre Arábia Saudita e Emirados

Turistas ficam presos em Socotra após ruptura entre Arábia Saudita e Emirados; aeroporto sob controle da STC, voo para Jeddah previsto e dinheiro escasso

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Tourists stand outside a hotel in the Socotra Island, Yemen
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  • Turistas ficaram presos em Socotra após a retirada dos Emirados Árabes Unidos diante do atrito entre Riad e Abu Dhabi, com o aeroporto da ilha sem operação.
  • A STC (Conselho de Transição do Sul) passa a controlar indiretamente a ilha, e a operação aérea está interrompida; há indicação de voo para Jeddah no dia sete de janeiro.
  • Cerca de seiscentos visitantes permanecem na ilha, enfrentando escassez de dinheiro, falta de serviços básicos e dependência de ajuda local.
  • Desde 2018 os Emirados financiaram infraestrutura em Socotra, modernizaram o aeroporto e transformaram a ilha em destino de turismo de nicho.
  • O conflito no Iêmen envolve forças apoiadas pela Arábia Saudita e pelo UAE; a retirada de tropas abriu incertezas sobre o controle do território.

O conteúdo: turistas permanecem presos em Socotra após a redução da presença dos EUA/Emirados Árabes Unidos, sob pressão saudita, com o aeroporto supostamente sob controle da STC e sem operação. Um voo para Jeddah está sinalizado para 7 de janeiro; escassez de dinheiro e serviços básicos comprometem a rotina local.

A retirada de tropas dos Emiratis deixou cerca de 600 turistas sem retorno imediato. O aeroporto da ilha, que já ficou fechado, passou a ter serviço limitado, enquanto a STC atua no controle do espaço aéreo e das operações locais.

Mudança de controle no aeroporto e próximos passos

Fontes locais indicam que a STC assumiu, ao menos parcialmente, o comando do aeroporto, que segue sem operação regular. A Agência Yemeni Airlines informou que pretende operar voo para Jeddah no dia 7 de janeiro, sinalizando novas possibilidades de saída.

O suporte financeiro endurecido agrava a situação: turistas relatam falta de caixas eletrônicos, serviços bancários interrompidos e necessidade de pagamento em dinheiro. Um grupo de visitantes descreveu a falta de informações e a incerteza sobre o retorno.

Socotra ficou sob influência dos Emiratis desde 2018, com investimento em infraestrutura e modernização de aeroporto, tornando a ilha um destino de nicho. A presença incluiu controle de portos e apoio ao STC na parte sul, em meio ao conflito no Iêmen.

Especialistas apontam que a ilha, apesar de isolada, se tornou um ponto estratégico no corredor do Bab al-Mandab. A mudança de controle do aeroporto pode alterar a dinâmica de segurança, governança local e atividades turísticas.

Entre os turistas, a percepção é de que o isolamento é crescente diante de tensões entre a Arábia Saudita e os Emirados. Alguns viajantes relatam que não foram informados sobre o risco ao planejar a viagem, aumentando a ansiedade sobre o retorno.

A ilha, situada a mais de 300 km da costa norte do Iêmen, já foi vista como refúgio de tranquilidade durante anos de conflito no continente. Com o aperto, o turismo de nicho pode enfrentar novos obstáculos até a normalização da situação.

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