- Ação militar dos EUA resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, com dezenas de mortes na operação noturna.
- A invasão ocorreu sob apoio de boa parte dos apoiadores do movimento Maga, que mantiveram postura favorável à medida.
- Entre defensores, destacam-se vozes como Mark Levin, Sean Hannity e Laura Ingraham, que elogiaram a operação, além de afirmações sobre a “regra” norte-americana na região.
- Críticos e céticos entre figuras da mídia expressaram reservas, como Carlson e Kat Timpf, questionando a legitimidade e as consequências da intervenção. Megyn Kelly também manteve tom mais cauteloso.
- Reação editorial foi mista: New York Post apoiou a operação, enquanto o Wall Street Journal adotou posição mais cética sobre o futuro político de Maduro e a ênfase nos interesses petrolíferos dos EUA.
Apoio da mídia conservadora a Trump na Venezuela se mantém, apesar de críticas e de questões sobre a legalidade da ação. Em meio a um ataque coordenado, Nicolás Maduro e a esposa foram capturados durante operação noturna, com dezenas de mortos. A narrativa dominante é de que a intervenção visa forçar mudanças no governo.
O uso de força dos EUA na Venezuela suscitou reações variadas dentro da chamada Maga media. Vários apoiadores históricos de Trump defenderam a ação, apontando que a prioridade é a segurança nacional e interesses estratégicos, especialmente ligados à oil.
Entre defensores, destacam-se comentaristas e apresentadores de canais conservadores que exaltaram a operação. Eles reafirmaram que o governo americano agiu com precisão e enfatizaram a necessidade de manter a estrutura do governo venezuelano para evitar instabilidade.
No entanto, houve vozes críticas entre figuras associadas ao movimento. Alguns comentaristas ressaltaram a inconsistência de declarações passadas sobre intervenção externa e apontaram riscos de consequências imprevisíveis para a região.
A repercussão editorial também divergiu. Enquanto colunas de defesa integraram o discurso pró-Trump, outros veículos enfatizaram cautela e dúvidas sobre objetivos de longo prazo, inclusive sobre a eventual permanência de lideranças locais.
Entre as vozes que transmitiram ceticismo, destacam-se comentaristas que lembraram históricos casos de intervenção na região e questionaram o real alcance dos benefícios prometidos, como estabilização regional e proteção de interesses norte-americanos.
A imprensa indica ainda um tom misto entre apoiadores. Alguns reconhecem o efeito tático da operação, mas pedem cautela quanto às implicações legais, à legitimidade internacional e à possibilidade de governos substitutos manterem políticas alinhadas aos interesses dos EUA.
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