- A operação de retirada do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, no sábado, mostrou domínio aéreo dos EUA, com caças furtivos, aeronaves de ataque e drones/satélites fornecendo inteligência em tempo real.
- Foram usadas mais de 150 aeronaves, incluindo helicópteros, jatos e aeronaves de reabastecimento, com exemplos como F/A-18E/F Super Hornet, EA-18G Growler, F-35, F-22, E-2D Advanced Hawkeye e bombardeiros B-1.
- A missão visou dominar o espaço aéreo sobre Caracas, abrindo um corredor de voo com apoio de capacidades de contramedidas e interferência para manter a via livre para as aeronaves.
- O movimento enviou um sinal a adversários, especialmente à China, sobre a capacidade dos EUA de realizar operações complexas no exterior e manter vantagem tecnológica.
- Inteligência, vigilância e reconhecimento foram fornecidos por drones, bem como por satélites e outras capacidades, com avaliações de desempenho de equipamentos a serem compartilhadas com a indústria após a operação.
O governo dos Estados Unidos realizou uma operação de extração do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua mulher, neste fim de semana. A operação utilizou uma combinação de helicópteros, caças, aeronaves de reabastecimento e drones, com o objetivo de garantir controle do espaço aéreo e fornecer inteligência em tempo real.
Segundo o Pentágono e dados abertos analisados pela Reuters, mais de 150 aeronaves voaram ou participaram indiretamente, entre jatos de combate, aeronaves de reconhecimento e plataformas de guerra eletrônica. A operação ressaltou o domínio aéreo norte-americano no cenário externo.
A missão ocorreu em meio ao atual ambiente de tensão com a China, e o esforço foi apresentado como demonstração de capacidade para operações complexas no exterior. Ex-autoridades destacaram que o uso integrado de diversos recursos enviou sinal estratégico aos adversários.
Participantes e meios
A força de ataque contou com caças F/A-18E/F Super Hornet, aeronaves F-35 e F-22, além de aeronaves de reconhecimento E-2D Advanced Hawkeye. Helitransportados, mísseis e sistemas de defesa aérea foram integrados ao longo da operação.
Drones furtivos RQ-170 foram empregados para vigilância, com apoio de satélites para inteligência em tempo real. Mísseis de ataque, aviões de reabastecimento e helicópteros de ataque formaram a base tática da operação.
Conceitos de proteção de rota e de espaço aéreo foram usados para manter liberdade de manobra. A iniciativa incluiu ações de “overwatch” de comandantes da Space Command para monitorar a missão e evitar interferências.
Fonte e contexto indicam que, mesmo com o uso de tecnologia avançada, parte do equipamento de próxima geração pode não ter sido integralmente empregado. A equipe de avaliação de operações costuma detalhar desempenho e lacunas em briefing setorial.
A Reuters cita ainda que, historicamente, operações anteriores usaram correntes de proteção semelhantes para manter o alcance de bombardeios e apoiar missões complexas fora das fronteiras.
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