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Coalizão disposta precisa ser robusta para enfrentar a Rússia, diz ex-general

Força multinacional entre dez mil e quinze mil tropas precisa ser robusta para dissuadir a Rússia e sustentar o cessar-fogo

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
British PM Keir Starmer and the French president Emmanuel Macron have both reiterated their commitment to deploy ground troops to Ukraine.
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  • Ex-general dos Estados Unidos afirma que a força multinacional para a Ucrânia precisa ser robusta, com milhares de tropas, para dissuadir a Rússia de violar um possível cessar‑fogo.
  • Em Paris, Keir Starmer e o presidente francês Emmanuel Macron reiteraram o compromisso de enviar tropas terrestres à Ucrânia, além de forças aéreas e navais.
  • A ideia é que a força coopere com as forças armadas da Ucrânia (cerca de 600 mil) e ajude na requalificação e reconstrução, estabelecendo polos militares no país.
  • O tamanho da força buscada fica entre 10 mil e 15 mil homens; detalhes sobre números específicos não foram divulgados pelos países envolvidos.
  • Países como Estados Unidos, Polônia e Itália disseram que não forneceriam tropas terrestres, enquanto a Turquia demonstrou disposição de ajudar; o objetivo é manter a dissuasão e evitar novos confrontos.

Uma força multilateral liderada por anglo-franceses para a Ucrânia precisaria de milhares de combatentes para dissuadir a Rússia de violar um cessar-fogo, afirma o ex-general Ben Hodges. A avaliação aponta que a missão deve ter capacidades reais de resposta rápida.

Hodges disse que a coalizão de voluntários precisa de regras de engajamento claras para agir diante de provocações atribuídas a Moscou. Ele destacou que autoridades locais não podem depender de confirmações demoradas de Paris ou Londres durante incidentes com drones russos.

O militar retirado não vê realismo em acreditar que a Rússia cumpriria acordos, citando violações históricas entre 2014 e 2022. Ele reforçou a necessidade de defesa contra drones e ataques, ante a possibilidade de testes imediatos à capacidade de resposta da força.

Contexto e participação

Nesta semana, líderes britânicos e franceses falaram com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy em Paris sobre a proposta. Keir Starmer e Emmanuel Macron reiteraram o compromisso de enviar tropas terrestres a território ucraniano, além de apoiar forças aéreas e navais.

O pacote prevê, ainda, o uso de núcleos militares parceiros para treinamento e reconstrução das forças de Kiev, com a criação de «hubs» militares no país, cujos locais não foram detalhados. Participação de cada país e números exatos seguem indefinidos.

Apesar da declaração, não há consenso entre aliados. O Ministério da Defesa britânico não confirmou se tropas de combate seriam enviadas, citando sensibilidade operacional. A Alemanha ainda não sinalizou participação de forças em solo.

Perspectivas e limitações

O conjunto proposto seria modesto, estimando entre 10 mil e 15 mil integrantes, refletindo forças armadas europeias menores. França e Reino Unido enfatizam a função de dissuasão e de apoio às capacidades de defesa da Ucrânia.

Alguns aliados, como EUA, Polônia e Itália, disseram que não enviariam tropas terrestres. a Turquia abriu possibilidade de participação, enquanto Washington oferece apoio a protocolos de segurança para sustentar um eventual acordo durável.

Especialistas ouvidos apontam que o objetivo é criar um mecanismo de dissuasão credível, não apenas uma presença simbólica. Questionamentos seguem sobre o tamanho, o alcance e a localização exata dos escritórios de coordenação e dos hubs.

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