- a Rússia disse que qualquer tropas enviadas ao território ucraniano por governos ocidentais seriam alvos legítimos das Forças Armadas russas, após o Reino Unido e a França anunciarem planos de implantação multilateral em caso de cessar-fogo.
- o Ministério das Relações Exteriores afirmou que declarações militaristas da coalizão pró-Ucrânia se tornam cada vez mais perigosas.
- em Paris, ocorreu o encontro da “coalizão dos dispostos”; Macron mencionou a possibilidade de milhares de tropas francesas serem enviadas, e Starmer falou em marco legal para forças britânicas, francesas e parceiras atuarem na Ucrânia.
- a Rússia classificou a implantação de unidades ocidentais, instalações e infraestrutura na Ucrânia como intervenção estrangeira, alvo das forças russas.
- os EUA disseram não enviar tropas, mas o enviado especial comentou que há apoio a protocolos de dissuasão para evitar novos ataques.
A Rússia afirmou que tropas enviadas pelacoalizão ocidental à Ucrânia seriam alvos militares legítimos, após a Grã-Bretanha e a França anunciarem planos de deslocar uma força multinacional em caso de cessar-fogo. A declaração veio em resposta a uma reunião em Paris, onde houve assinatura de intenções para futuras operações.
O ministério das Relações Exteriores russo disse que declarações militaristas de governos ocidentais se tornam cada vez mais perigosas. O texto classifica a presença de unidades e instalações ocidentais na Ucrânia como intervenção estrangeira e ameaça de segurança para a Rússia e Europa.
Contexto e declarações
A reunião em Paris ocorreu na terça-feira, com a participação de líderes britânico e francês. Macron mencionou possível envio de milhares de tropas, enquanto o premiê britânico descreveu um marco para moldar um marco legal para forças conjuntas na Ucrânia.
A Rússia reiterou que qualquer implantação ocidental na Ucrânia seria alvo dos militares russos. O comunicado aponta que a cooperação com Kyiv é vista como eixo de conflito, aumentando a tensão regional e a preocupação de segurança na Europa.
Implicações e próximos passos
Estados Unidos descartaram enviar tropas próprias à Ucrânia, mas o enviado especial reiterou apoio a protocolos de dissuasão contra ataques futuros. A posição russa mantém o discurso de que não admite a presença de forças ocidentais no território ucraniano.
Analistas observam que a diplomacia permanece atuante, com caminhos diferentes para um acordo de paz. Kyiv e seus aliados pedem garantias de segurança para evitar nova invasão, enquanto Moscou cita riscos para a estabilidade regional.
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