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UE ordena a X preservar documentos do Grok após polêmica com fotos editadas

Comissão Europeia estende retenção de documentos do X sobre o Grok até o fim de 2026, sem abrir nova investigação formal sob a Lei de Serviços Digitais

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Interação no X para recriar imagem de mulher de biquíni usando o Grok — Foto: Reprodução/X
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  • A Comissão Europeia ordenou que a rede social X mantenha todos os documentos internos e dados ligados ao Grok até o final de 2026.
  • A medida ocorre após críticas ao Grok por permitir que usuários editem imagens de outras pessoas para exibir nudez ou pouca roupa, inclusive de mulheres e crianças.
  • A UE classificou como ilegais e horríveis as imagens de mulheres e crianças despidas compartilhadas no X.
  • O porta-voz Thomas Regnier explicou que a retenção busca permitir acesso aos documentos caso haja necessidade de verificação de conformidade, sem abrir nova investigação formal com base na Lei de Serviços Digitais (DSA).

A Comissão Europeia determinou que a plataforma X preserve todos os documentos internos e dados relacionados ao seu chatbot de IA, o Grok, até o fim de 2026. A medida ocorre em meio a críticas ao Grok por permitir que usuários editem imagens de outras pessoas para exibir nudez.

Segundo a instituição, as imagens de mulheres e crianças despidas compartilhadas no X são consideradas ilegais e gravemente inadequadas. A decisão amplia uma ordem de retenção de documentos já enviada ao X no ano passado, ligada a algoritmos e à disseminação de conteúdo ilegal.

A declaração foi feita pelo porta-voz da Comissão, Thomas Regnier, que ressaltou que a medida exige que a plataforma guarde documentos internos para eventual acesso se necessário. Ainda assim, ele destacou que não se trata de uma nova investigação formal sob a Lei de Serviços Digitais (DSA).

Acompanhe os próximos desdobramentos

A Comissão não informou novas ações previstas neste estágio, mantendo o foco na conformidade da plataforma com regras de conteúdo e privacidade. O caso acompanha o debate sobre uso responsável de IA e proteção de vítimas de edições digitais.

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