Em Alta NotíciasConflitoseconomiaFutebolrelações internacionais

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ação de Trump nas Américas favorece Putin na Ucrânia, afirma historiador

Historiador diz que ofensivas de Trump na América fortalecem a Rússia contra a Ucrânia, em meio a ataque com míssil hipersônico

Telinha
Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
U.S. President Donald Trump shakes hand with Russian President Vladimir Putin, as they meet to negotiate for an end to the war in Ukraine, at Joint Base Elmendorf-Richardson in Anchorage, Alaska, U.S., August 15, 2025. REUTERS/Kevin Lamarque
0:00
Carregando...
0:00
  • Historiador afirma que ações de Donald Trump no hemisfério ajudam a Rússia a ampliar o avanço sobre a Ucrânia, ao desviar foco e recursos dos EUA.
  • Ucrânia sofreu um ataque massivo russo com drones e o míssil hipersônico Oreshnik, arma que pode atingir dez vezes a velocidade do som e não é detectável; é a segunda vez que Moscou a utiliza.
  • A Europa fica em posição delicada, com analistas destacando riscos à Otan se Trump avançar com ações como tomar a Groenlândia, além de complicações com a aliança diante de conflitos regionais e divergências internas.
  • O general Robinson Farinazzo aponta que a Otan pode enfrentar dificuldades para interceptar o míssil russo e que a Europa não pode atuar em duas frentes, sob risco de destabilização da aliança.
  • Na Ucrânia, o território ocupado já fica entre vinte e vinte e cinco por cento; o Corredor de Odessa, saída de grãos do país, foi tomado, conforme avaliação de especialistas.

A divulgação de uma leitura crítica sobre a atuação dos Estados Unidos e de Donald Trump no cenário americano e global acentuou a percepção de que ações no Hemisfério Ocidental podem influenciar o conflito na Ucrânia. Segundo um historiador, as mobilizações na Venezuela, bem como as ameaças de Trump a Colômbia, Groenlândia e México, podem abrir espaço para avanços russos no leste europeu. A avaliação é de que o hemisfério vem recebendo maior autonomia nas decisões internacionais.

Na última noite, a Ucrânia sofreu um ataque massivo russo com drones e o míssil hipersônico Oreshnik, arma capaz de velocidades até dez vezes superiores à do som e de difícil detecção. Trata-se da segunda vez que Moscou utiliza o míssil no conflito. Especialistas destacam que esse tipo de ataque funciona como um recado estratégico a Washington e aos seus aliados.

O historiador ouvido pela Agência Brasil afirma que o mundo pode estar entrando numa nova ordem em que cada país atua conforme seus interesses. Segundo ele, a atuação de Trump na Venezuela cria um precedente que pode incluir ações adicionais no Ártico e em outros territórios, elevando tensões com a Rússia e com a Europa.

Ambições de Trump e impacto regional

A análise aponta que a decisão de Trump de mirar na Groenlândia, em paralelo ao ataque russo, coloca a Europa em posição vulnerável. A discussão envolve a capacidade de interceptação de mísseis hipersônicos e a coesão da Otan diante de ameaças em múltiplas frentes. O tema é apresentado como um desafio estratégico para segurança europeia.

O mesmo especialista ressalta que a Otan pode enfrentar dilemas, especialmente se as pressões sobre a Groenlândia ganharem força e gerarem atritos entre aliados. A percepção é de que disputas internas e interesses divergentes entre Estados-membros dificultam respostas rápidas a ações russas.

Cenário militar

Um analista de geopolítica observa que o avanço russo na Ucrânia exige uma avaliação cautelosa sobre o ritmo de baterias e a capacidade de defesa ucraniana. Segundo ele, o território ocupado pela Rússia inclui trechos relevantes, como áreas próximas ao corredor de Odessa, essencial para as exportações de grãos ucranianos.

A análise aponta que a Rússia tem investido em manter pressão e em táticas de desgaste, diante de limitações de profundidade operativa. Observadores indicam que a guerra pode se prolongar, com impactos significativos para a Europa, que precisa conciliar apoiar Kiev e manter coesão entre aliados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais