- Alguns usuários chineses online chegaram a defender uma operação relâmpago ao estilo Venezuela para capturar os líderes de Taiwan, mas especialistas dizem que o PLA ainda não está pronto.
- Taiwan afirma ter defesa em camadas, com fortes sistemas de interceptação aérea, radar e apoio dos EUA e aliados, tornando uma afirmação de “decapitação” arriscada e propensa a escalada.
- A demonstração de poder dos Estados Unidos na extrasção do presidente venezuelano Nicolas Maduro destacou superioridade aérea, guerra eletrônica e inteligência em tempo real, contra as capacidades atuais do PLA.
- Pequim não descartou o uso da força para tomar Taiwan, enquanto Taiwan reforça defesa com o sistema de defesa aérea em camadas denominado “T-Dome” e outras iniciativas.
- Mesmo com debates sobre capacidades chinesas, analistas alertam para lacunas de coordenação, guerra eletrônica e validação de operações de alto risco, e lembram que qualquer tentativa complexa enfrentaria sérios riscos militares e políticos.
A ideia de uma ação relâmpago à la Venezuela para capturar o líder taiwanês circula entre usuários chineses on-line, mas analistas, estudiosos e autoridades de segurança dizem que as Forças Armadas populares da China ainda não estão prontas para uma operação tão arriscada. Taiwan afirma possuir defesas aéreas em camadas, radares avançados e apoio provável dos EUA e de aliados, que podem ampliar a resistência.
Especialistas destacam que o PLA enfrenta lacunas em integração de operações conjuntas, guerra eletrônica e validação de missões de alto risco. O país tem investido em plataformas modernas, mas a conectividade entre comandos e o devido treino em cenários de combate ainda são pontos em avaliação.
Nos EUA, a recente operação para extrair o presidente venezuelano Nicolas Maduro mostrou superioridade em domínio do espaço aéreo, uso de caças furtivos, aeronaves de guerra eletrônica e drones de inteligência em tempo real. Em comparação, a PLA ainda depende de amadurecimento de capacidades e de uma estrutura de comando mais coesa.
Enquanto o governo chinês não descartou o uso da força para impor sua visão sobre Taiwan, Pequim mantém uma postura de firmeza, com mensagens de que intervenções externas enfrentariam resistência contundente. Taiwan reforça a defesa para preservar sua soberania.
Taiwan reforçou seu arsenal com o sistema de defesa aérea multilayer “T-Dome”, anunciado por Lai Ching-te, visando maior taxa de acerto com sensores conectados a mísseis nacionais e sistemas de apoio dos EUA, como HIMARS. Em operações, Taipei tem treinado para proteger infraestrutura crítica, incluindo aeroportos.
Granularmente, autoridades locais indicam que, apesar dos exercícios e investidas, uma operação de captura de liderança poderia levar rapidamente a um conflito de grande escala, com altos riscos políticos e militares. O debate público aponta para a importância de capacidades de dissuasão e resposta rápida.
Especialistas destacam também que, mesmo com exemplos americanos, a China continua testando a integração de plataformas, comunicações e vigilância para evitar falhas em cenários dinâmicos. Em dialogos oficiais, autoridades de Taiwan reforçam que a inviolabilidade de sua liderança é prioridade de defesa.
Entre na conversa da comunidade