- A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodrigues, agradeceu a Lula e ao povo brasileiro pelo apoio e solidariedade após os momentos mais críticos após a agressão sofrida.
- No dia 3, o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cília Flores teriam sido sequestrados por militares estadunidenses, sob ordem do governo dos Estados Unidos, e estão presos em Nova York.
- Delcy afirmou ter conversado com Lula, com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e com o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, destacando que ataques armados resultaram na morte de mais de 100 civis e militares.
- Ela reforçou que a Venezuela vai enfrentar a agressão por meio de canais diplomáticos, considerado o único caminho para defender a soberania e a paz, e mencionou violações do direito internacional, incluindo imunidade de jurisdição.
- As conversas teriam avançado para uma agenda de cooperação bilateral sobre direito internacional e soberania; Delcy agradeceu a Petro e Sánchez pela cooperação, e também mencionou o emir do Catar, Tamim bin Hamad, pela disposição de ajudar a promover diálogo entre EUA e Venezuela.
Delcy Rodrigues, presidenta interina da Venezuela, afirmou nesta sexta-feira que agradece ao presidente Lula e ao povo brasileiro pelo apoio e pela solidariedade em meio ao que chamou de momentos críticos após a agressão. Ela relatou que as informações chegaram após o que descreveu como ataques ao território venezuelano, sem detalhar fontes oficiais.
Segundo Delcy, a presidents interina também manteve conversas com líderes regionais para tratar da crise. Ela informou que houve diálogo com Lula, o presidente colombiano Gustavo Petro e o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, visando esclarecer os acontecimentos e buscar instrumentos diplomáticos.
Além da menção de agradecimento, a dirigente disse ter destacado que os ataques resultaram na morte de mais de 100 civis e militares, segundo sua narrativa. Ela afirmou que a Venezuela pretende enfrentar a situação por meio de canais diplomáticos, como caminho para defender soberania e paz.
Diálogos
Delcy ressaltou que o encontro com Petro reforçou o compromisso de cooperação regional para enfrentar problemas comuns com respeito mútuo. Ela citou avanços em uma agenda baseada no direito internacional e na soberania dos Estados.
Com Sánchez, a líder venezuelana mencionou a condenação à agressão e expressou interesse em ampliar a cooperação bilateral, buscando benefícios para povos e governos envolvidos. O objetivo seria uma agenda conjunta de diálogo e trabalho entre as nações.
Outro destaque foi a menção ao emir do Catar, Tamim bin Hamad Al-Thani, pela disposição em contribuir com uma agenda de diálogo entre EUA e Venezuela, segundo a leitura de Delcy.
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