- Trump anunciou que Gustavo Petro visitará a Casa Branca na primeira semana de fevereiro.
- A notícia foi confirmada após uma conversa telefônica de mais de uma hora realizada na quarta-feira, 7, para aparar as arestas de uma disputa de 2025.
- Trump disse, em post, que cocaína e outras drogas devem ser impedidas de entrar nos Estados Unidos.
- Os EUA já haviam retirado o visto de Petro e a certificação de sua luta antidrogas, pontos-chave da relação entre os dois países.
- Em relação a desdobramentos, Washington e Bogotá estudariam ações conjuntas contra o ELN; Petro pediu cooperação com a Venezuela para reduzir o narcotráfico.
Donald Trump anunciou que Gustavo Petro visitará a Casa Branca na primeira semana de fevereiro, em Washington. A informação foi publicada nesta sexta-feira e marca uma retomada de contatos entre os dois governos após tensões surgidas ao longo de 2025. A visita ocorre em meio a disputas sobre cooperação antidrogas e segurança regional.
Segundo Trump, a reunião busca benefícios para Colômbia e EUA, mas ele ressaltou a necessidade de impedir a entrada de cocaína e outras drogas no território americano. A declaração foi feita na plataforma Truth Social, de sua autoria.
Confronto recente entre os dois líderes, marcado por tom áspero, levou a uma conversa telefônica de mais de uma hora na quarta-feira passada, 7. O telefonema foi usado para aparar arestas e buscar um entendimento.
A tensão entre Washington e Bogotá se intensificou após a retirada de visto de Petro e a suspensão da certificação colombiana na luta antidrogas, medidas que refletiram uma cooperação militar de décadas entre os países.
Petro, desde o início do segundo mandato de Trump, em janeiro de 2025, passou a adotar um discurso mais firme na política externa para a região, inclusive com críticas a ações dos EUA na América Latina.
O governo norte-americano retomou a verossimilhança de ações conjuntas para enfrentar o narcotráfico, com menção a cooperação na área de segurança. A ideia é ampliar a coordenação entre as forças de ambos os países.
Entre os pontos do diálogo, houve menção a ações conjuntas contra facções armadas na região, incluindo o ELN, com avaliação de medidas coordenadas para reduzir a violência. Fontes oficiais descrevem o interesse em cooperação ampliada.
O encontro também envolve possíveis acordos para medições políticas com a Venezuela, em busca de desanuvimento regional, conforme relatos de interlocutores envolvidos nas negociações.
Nesta sexta-feira, Petro pediu ajuda aos vizinhos para enfrentar o narcotráfico, propondo esforços conjuntos com a presidenta interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, para enfrentar o dano causado pelo crime organizado.
As informações indicam que a agenda da visita ainda está em definição, mas aponta para uma pauta centrada em segurança, cooperação regional e combate às drogas, com foco em resultados práticos para as duas nações. Fontes oficiais sinalizam continuidade das discussões.
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