- Segundo a colunista Daniela Lima, a pressão do governo de Donald Trump ajudou a levar a União Europeia a fechar o acordo com o Mercosul, favorecendo o presidente Lula.
- O tratado era uma das principais bandeiras de Lula e ele realizou uma frente diplomática para destravar o impasse, com uma comitiva ministerial.
- A comitiva incluiu o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros da Fazenda, da Agricultura e de Minas e Energia.
- Em Paris, Lula reuniu-se com o presidente francês Emmanuel Macron e outros líderes da União Europeia para avançar a formulação do acordo.
- Segundo Daniela Lima, a diplomacia de Lula foi determinante para o avanço do acordo, que ele vinha defendendo há anos.
O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia ganhou fôlego após pressões vindas dos Estados Unidos, segundo a colunista Daniela Lima, do UOL News. A análise aponta que a atuação de Washington acelerou a assinatura do tratado, antes visto como difícil de fechar.
Lula liderou uma comitiva ampla para destravar o acordo, com o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros da Fazenda, da Agricultura e de Minas e Energia. A passagem pela França foi marcada por encontros com autoridades da UE para avançar a fórmula do acordo.
O propósito é concluir as negociações entre Mercosul e UE, que estavam emperradas há 25 anos. A comitiva brasileira reuniu-se em Paris, incluindo um evento com o presidente francês, Emmanuel Macron, para viabilizar o desfecho do tratado, segundo o UOL News.
Contexto
A cobertura destaca que a diplomacia brasileira, sob o governo de Lula, pediu suporte a novas parcerias estratégicas após tarifas impostas pelos EUA. A análise aponta que o acordo pode ter impacto político interno, pela expectativa de confirmação ainda neste mandato.
O UOL News apresenta as informações em duas edições diárias, com atualizações durante a semana. A reportagem enfatiza a atuação de Lula e da nossa equipe de imprensa para acompanhar o desdobramento.
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