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Brasil encerra participação na representação da embaixada argentina na Venezuela

Brasil encerra a custódia da embaixada argentina na Venezuela após nove meses, mantendo a inviolabilidade da residência argentina e o acordo com Caracas

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Bandeira do Brasil foi hasteada na Embaixada da Argentina na Venezuela — Foto: HENRY CHIRINOS/EPA-EFE/REX/Shutterstock
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  • Brasil vai deixar a custódia da embaixada da Argentina na Venezuela e informou a parte argentina, bem como a gestão da Venezuela, sobre a decisão.
  • A medida, a pedido do presidente argentino, Javier Milei, ocorre após o Brasil assumir a representação da Argentina na Venezuela em agosto de 2024.
  • O governo venezuelano, então sob a presidência interina de Delcy Rodríguez, foi comunicado da mudança.
  • O Itamaraty informou que, desde agosto de 2024, representa os interesses de argentinos e peruanos na Venezuela por meio da Embaixada do Brasil em Caracas.
  • Diplomatas ouvidos pela reportagem afirmam que o Brasil já fez a sua parte, defendendo a inviolabilidade da residência da Argentina durante os nove meses em que atuou.

O Brasil comunicou à Argentina a decisão de deixar a custódia da Embaixada da Argentina na Venezuela. A medida também foi informada à gestão de Delcy Rodríguez, chefe de Estado interina venezuelana.

A decisão foi tomada durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mudança ocorre após o pedido do presidente argentino Javier Milei, que solicitou que o Brasil assumisse a representação da Argentina na Venezuela em agosto de 2024.

Em agosto de 2024, o Itamaraty informou que a representação de interesses e de cidadãos argentinos e peruanos no território venezuelano passaria a ser feita pela Embaixada do Brasil em Caracas, após a expulsão de diplomatas argentinos pelo governo venezuelano.

Em nota conjunta, os governos da Venezuela e do Brasil anunciaram que a custódia dos locais das missões diplomáticas da Argentina e do Peru, bem como seus bens e arquivos, seria assumida pela Embaixada brasileira a partir de 5 de agosto de 2024.

Diplomatas ouvidos pela reportagem avaliam que o Brasil já cumpriu a sua parte e defendeu a inviolabilidade da residência da Argentina durante os nove meses em que exerceu a função de representação.

A reportagem está em atualização.

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