- Forças dos EUA e aliados realizaram ataques em grande escala contra o Estado islâmico na Síria, em resposta ao ataque de 13 de dezembro em Palmyra.
- A operação, chamada Hawkeye Strike, visou o ISIS por todo o país, segundo o Comando Central dos EUA.
- O ataque em Palmyra deixou duas tropas dos EUA e um intérprete civil dos EUA mortos.
- Já houve uma rodada anterior de ataques, em parceria com a Jordânia, como parte da mesma operação.
- O ISIS mantém presença na Síria, sobretudo no deserto, mesmo após derrotas no terreno com apoio internacional.
Forças dos EUA e aliados realizaram ataques de grande escala contra o grupo Estado Islâmico (EI) na Síria neste sábado, segundo o Comando Central dos EUA. A ofensiva é uma resposta ao ataque ocorrido em 13 de dezembro em Palmyra, que matou dois militares americanos e um intérprete civil.
Washington afirmou que o ataque em Palmyra foi realizado por um único militante do EI. A operação atual, chamada Hawkeye Strike, teve como objetivo o EI em toda a Síria, mantendo o foco na neutralização de alvos jihadistas.
Antes desta rodada, EUA e Jordânia já haviam efetuado ataques no âmbito da mesma operação, no mês anterior, visando dezenas de alvos do EI. Palmyra abriga ruínas antigas listadas pela UNESCO e já chegou a ficar sob controle de jihadistas.
As ações fazem parte de um esforço internacional para combater o EI, conhecido como Operação O Esforço Herdado. O conflito resulta de ações de 2014, quando o grupo tomou território na Síria e no Iraque.
Em Palmyra, as forças locais apoiadas por ataques aéreos internacionais contribuíram para expulsar o EI de parte do território. Ainda assim, o grupo mantém presença dispersa no vasto deserto sírio.
O presidente dos EUA, Donald Trump, expressou ceticismo histórico sobre a permanência de tropas na Síria, tendo ordenado retiradas em termos anteriores, mas manteve o contingente no local. As autoridades ressaltam a continuidade do esforço contra o EI.
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