- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que os EUA estão prontos para ajudar o Irã caso o regime mate os manifestantes.
- As manifestações, iniciadas em 28 de dezembro, já deixaram mais de 50 mortos, segundo informações de agências internacionais.
- O Irã enfrenta interrupção total da internet desde ontem, além de problemas de telefonia e cancelamento de voos, conforme relatos de observadores.
- O líder supremo Ali Khamenei afirmou que os protestos são promovidos por “vândalos” que agem em nome de Trump.
- Trump afirmou, em sua rede social, que o Irã busca liberdade e que os EUA podem intervir se necessário.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos estão prontos para atuar no Irã, onde ocorrem protestos contra o governo. A declaração chegou enquanto o Irã enfrenta convulsões sociais desde o final de dezembro.
Trump disse, nesta sexta-feira, 9, que os EUA poderiam intervir se o regime iraniano matar manifestantes. O aviso acompanha relatos de mortes superiores a 50 entre os protestos em várias cidades.
Autoridades iranianas intensificaram a repressão, com ordens de dissuadir protests e controles reforçados. O governo enfrenta pressão interna por inflação e insatisfação política.
O Irã está com internet bloqueada desde ontem, segundo anunciam autoridades locais. Telefonemas também estão afetados e voos foram Cancelados, dificultando comunicação com o exterior.
As manifestações começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra inflação, mas ganharam contornos políticos visando mudanças no governo.
Reação no Irã
O regime acusa os Estados Unidos e Israel de por trás dos protestos, conforme declarações oficiais. Ali Khamenei, líder supremo, afirmou que os protestos são promovidos por vandalos que agem em nome de Trump.
As informações destacam o peso diplomático de Washington na crise iraniana, com avaliações conflitantes sobre possível intervenção militar. As autoridades iranianas reiteram o uso da força para manter a ordem pública.
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