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Agora cabe à Rússia mostrar que quer paz na Ucrânia, diz von der Leyen

EU diz que resta à Rússia provar interesse na paz, com garantias de segurança dos EUA e aliados e verificação dos EUA, e plano de prosperidade para a Ucrânia

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
European Commission President Ursula von der Leyen attends a news conference following her meeting with Chinese President Xi Jinping, at the Delegation of the European Union in Beijing, China April 6, 2023. REUTERS/Tingshu Wang
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  • A União Europeia afirma que agora é oportunidade para a Rússia demonstrar interesse na paz na Ucrânia, após Kyiv e aliados aceitarem um plano de paz e garantias de segurança.
  • O plano de paz é a proposta de 20 pontos discutida entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, no fim do ano anterior.
  • Junto ao plano, existem garantias de segurança robustas, apoiadas pelos Estados Unidos e pela Europa, para Kyiv.
  • A comandante Ursula von der Leyen disse que a defesa principal caberá às forças armadas da Ucrânia, com o Europeos assegurando o equipamento necessário.
  • A Segunda linha de defesa envolve a Coalition of the Willing, com 35 estados, incluindo EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Turquia, com participação dos americanos na verificação e no apoio.
  • O bloco europeu trabalha em um “prosperity paper” para traçar medidas de curto prazo e de longo prazo visando o crescimento econômico da Ucrânia após o cessar-fogo.

A União Europeia afirma que agora cabe à Rússia demonstrar interesse na paz na Ucrânia, após Kyiv e seus aliados apresentarem um plano de paz e garantias de segurança que entrariam em vigor após um cessar-fogo. A declaração foi feita pela presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em entrevista a repórteres.

Segundo von der Leyen, o plano de paz é o que foi discutido entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, no final do ano passado. Junto ao acordo, há garantias de segurança robustas garantidas pelos Estados Unidos e pela Europa.

A dirigente destacou que as garantias se apoiariam, inicialmente, nas forças armadas da Ucrânia, com treinamento adequado e capacidade de combate. A segunda linha de defesa seria a chamada Coalition of the Willing, que reúne 35 Estados, incluindo a maioria dos membros da UE, além de Canadá, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Turquia.

Von der Leyen afirmou que os Estados Unidos participarão da verificação e do monitoramento, atuando também como mecanismo de apoio. A UE também trabalha em um documento para assegurar a prosperidade econômica da Ucrânia após o cessar-fogo, chamado de *prosperity paper*, com medidas de curto prazo e projeções para a próxima década.

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