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Lei internacional vale para todos, incluindo EUA, diz ministro alemão

Klingbeil afirma que leis internacionais valem para todos, incluindo EUA, diante de ameaças de Trump sobre Groenlândia

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
German Vice Chancellor and Finance Minister Lars Klingbeil arrives for a cabinet meeting at the Chancellery in Berlin
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  • O ministro alemão das Finanças e vice‑c-chanceler, Lars Klingbeil, afirmou que os princípios do direito internacional valem para todos, incluindo os Estados Unidos, em referência às ameaças de Donald Trump de tomar Groenlândia.
  • Ele disse que cabe apenas à Dinamarca e à Groenlândia decidirem o futuro da Groenlândia e que a soberania territorial deve ser respeitada.
  • Klingbeil faz a observação antes de seguir a Washington para a reunião de ministros das Finanças do G7.
  • Ele indicou que uma tomada militar da Groenlândia pelos EUA poderia provocar abalos na OTAN e agravar a divisão com líderes europeus.
  • No G7, o tema central será o acesso a minerais críticos, com a meta de reduzir a dependência da China; Alemanha quer ampliar cooperação internacional para segurança de suprimentos.

O ministro alemão da Economia e vice‑chanceler, Lars Klingbeil, afirmou que os princípios do direito internacional valem para todos, inclusive para os Estados Unidos, em referência a avisos de Donald Trump sobre a possibilidade de tomar Greenland. A declaração ocorreu antes de Klingbeil viajar a Washington para reunião dos ministros de Finanças do G7.

Klingbeil ressaltou que a soberania territorial deve ser respeitada e que Denmark e a Groenlândia decidem o futuro da ilha. Ele participa da reunião que reúne os parceiros do grupo dos sete países avançados.

O tema central da próxima semana será o acesso a minerais críticos, diante de controles chineses sobre exportações. Klingbeil destacou a importância de ampliar a cooperação internacional para fortalecer a segurança de abastecimento e reduzir dependências.

A Alemanha busca ampliar a cooperação com parceiros internacionais para assegurar condições econômicas estáveis e confiáveis, especialmente na cadeia de suprimentos de minerais estratégicos, com foco em diversificação.

A China é apontada como protagonista na refinagem de vários minerais, o que motiva uma agenda do G7 para reduzir vulnerabilidades na cadeia global. Klingbeil participou de discussões sobre estratégias de resiliência.

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