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OTAN deve lançar operação para ampliar segurança no Ártico, diz ministro belga

OTAN deve lançar operação no Ártico para reforçar segurança, segundo ministro belga, diante da pressão de Trump pela Groenlândia

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Belgian Defence Minister Theo Francken speaks to journalists as he arrives to an informal meeting of European Union defence ministers in Copenhagen, Denmark, August 29, 2025. REUTERS/Tom Little
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  • O ministro da defesa da Bélgica, Theo Francken, afirmou que a OTAN deveria lançar uma operação no Ártico para atender às preocupações de segurança dos EUA.
  • Francken sugeriu modelos como Baltic Sentry e Eastern Sentry — com uso de drones, sensores e outras tecnologias — para criar um “Arctic Sentry”.
  • O comentário ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer que os Estados Unidos precisam possuir a Groenlândia para evitar uma ocupação pela Rússia ou pela China.
  • Autoridades europeias discutem formas de reduzir as preocupações americanas sobre a segurança ao redor da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca.
  • A OTAN informou que o secretário de Estado dos EUA conversou com o grande aliado sobre a importância do Ártico para a segurança compartilhada e sobre o aprimoramento das capacidades da aliança no norte.

O ministro da Defesa da Bélgica, Theo Francken, disse à Reuters que a OTAN deve lançar uma operação no Ártico para responder às preocupações de segurança dos EUA, defendendo unidade transatlântica. A ideia seria estabelecer uma presença adicional no norte para monitoramento.

Francken citou modelos já usados pela aliança, como Baltic Sentry e Eastern Sentry, que combinam forças de diversos países com drones, sensores e outras tecnologias para vigiar terra e mar. Ele sugeriu que um equivalente no Ártico poderia ganhar adesão rápida entre aliados.

Segundo Francken, embora Greenland tenha importância estratégica, é essencial resolver a questão de forma conjunta, entre amigos e aliados. Trump havia apontado a necessidade de os EUA deterem Greenland para evitar ocupação por Rússia ou China.

Contexto regional

Um porta-voz da OTAN afirmou que o chefe da aliança, Mark Rutte, conversou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre a relevância do Ártico para a segurança compartilhada e os esforços da OTAN para ampliar capacidades na região.

Dinamarca e os líderes de Greenland reiteraram que a ilha não pode ser anexada e que a segurança internacional não justifica tais movimentos. A presença militar dos EUA na ilha já existe desde 1951, por acordo entre as partes.

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