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Reino Unido defende transição pacífica de poder no Irã, diz ministro

Reino Unido defende transição pacífica de poder no Irã e contenção da violência contra manifestantes, em meio à possibilidade de intervenção estrangeira

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
A screengrab from footage on social media shows protesters taking to the streets in Tehran despite a crackdown by authorities.
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  • O Reino Unido diz querer uma transição pacífica de poder no Irã, em meio a protestos e violência policial.
  • A secretária de transportes, Heidi Alexander, afirmou que a prioridade é conter a violência no Irã hoje.
  • A líder conservadora, Kemi Badenoch, disse que não teria problema em ver o regime iraniano removido, citando possível envolvimento de EUA e aliados.
  • Nos Estados Unidos, Trump voltou a ameaçar intervenção militar e disse estar pronto para ajudar diante da repressão; no Irã, dezenas de mortos e milhares de detenidos em semanas de protestos.
  • Relatos apontam queda de internet e mais de 570 protestos em 31 províncias; autoridades iranianas advertiram que ataques de potências estrangeiras seriam alvo legitimado.

Foi divulgado que o Reino Unido busca uma transição pacífica de poder no Irã, segundo um ministro do governo. A declaração ocorre após o apoio de Donald Trump a possíveis ações militares contra o país.

A secretária de Transportes, Heidi Alexander, afirmou que não iria se posicionar sobre a política externa dos EUA em relação ao Irã. Ela ressaltou que as manifestações são reprimidas pela polícia iraniana e que o objetivo imediato é conter a violência no país.

A líder conservadora Kemi Badenoch disse não ter objeção a ver o regime iraniano substituído, explorando a possibilidade de envolvimento de aliados dos EUA. Ela destacou a necessidade de proteção do Reino Unido diante de ameaças.

Reações internacionais

Nos EUA, Trump deixou claro que poderia apoiar intervenções em caso de mortes entre manifestantes, afirmando que o Irã estaria em apuros. Em redes sociais, ele disse que os EUA estão prontos para ajudar e mencionou a ideia de liberdade no país.

No Reino Unido, Keir Starmer condenou a violência contra manifestantes iranianos e pediu moderação às autoridades de Teerã. Um porta-voz do governo britânico afirmou que o país está preocupado com as denúncias de violência.

Protestos seguem no Irã, com relatos de dezenas de mortos e milhares de detidos após semanas de protestos inicialmente motivados pela situação econômica. A internet foi parcialmente bloqueada para dificultar a comunicação entre manifestantes.

O Guardian informou que milhares de pessoas voltaram às ruas de Teerã, desafiando a repressão, com cânticos contra o líder supremo. Ao mesmo tempo, os serviços de segurança divulgaram números conflitantes sobre o saldo das ações.

Paralelamente, a parlamento iraniano indicou que ataques dos EUA e de Israel seriam alvos legítimos em caso de intervenção militar, aumentando a tensão regional segundo o parlamento. A declaração foi recebida com repúdio por parte de aliados ocidentais.

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