- O governo britânico afirmou que as conversas com aliados da OTAN para dissuadir a Rússia no Ártico seguem “business as usual”, apesar de relatos sobre possível implantação de forças a Greenland.
- A Telegraph informou que autoridades britânicas e de outros países europeus discutem uma potencial missão da OTAN em Greenland, envolvendo tropas, navios e aeronaves.
- Autoridades britânicas disseram que as discussões visam deter o presidente Vladimir Putin no Ártico e que há cooperação com aliados da OTAN.
- Bloomberg News e o Financial Times indicaram que um grupo liderado pelo Reino Unido e pela Alemanha está estudando aumentar a presença militar na região; a Alemanha pode propor uma missão conjunta.
- Dados de rastreamento naval não mostraram presença chinesa ou russa perto de Greenland, e diplomatas nórdicos rejeitaram as alegações de Trump sobre atividades na região.
Britânicos afirmaram que discussões com aliados da OTAN sobre dissuadir atividades russas no Ártico seguem ‘business as usual’, após reportagens sobre possível missão em Groenlândia.
A Telegraph informou que chefes militares britânicos e de outros países europeus discutem planos para uma eventual missão da OTAN na Groenlândia, parte autônoma do Reino da Dinamarca. Trump já sugeriu a aquisição da região.
Segundo a reportagem, autoridades britânicas teriam iniciado conversas iniciais com Alemanha, França e outros países sobre a possível implantação de tropas, navios de guerra e aeronaves para proteger Groenlândia contra Rússia e China.
Para o governo britânico, a porta-voz afirmou comprometimento com o fortalecimento da dissuasão e defesa no Ártico, em alinhamento com aliados da OTAN. A transport minister Heidi Alexander reforçou o conceito de deter agressões na região.
Trump tem reiterado a ideia de que os EUA precisam manter controle da Groenlândia para evitar ocupação por adversários, argumento não respaldado por dados públicos até o momento. Não houve evidências públicas de presença chinesa ou russa perto da Groenlândia.
Reações e posicionamentos
Bloomberg News citou países europeus liderados pelo Reino Unido e pela Alemanha estudando planos para reforçar presença militar na Groenlândia, com proposição de uma missão conjunta da OTAN, conforme fontes familiarizadas com o tema.
O Financial Times destacou que negociadores nórdicos rejeitaram as afirmações de Trump sobre navios russos e chineses operando na região, ressaltando a falta de dados que sustentem tais alegações. Dados de rastreamento de navios não indicam presença relevante na área.
A imprensa sinalizou que o objetivo seria convencer Trump a abandonar a ideia de tomar a Groenlândia, aumentando a dissuasão sem provocar escalada regional. Autoridades destacam que as discussões estão em estágio inicial e sujeitas a consenso entre aliados.
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