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Funcionário russo afirma que Groenlândia pode votar para se unir à Rússia se Trump agir rápido

Medvedev diz que Groenlândia poderia votar para se juntar à Rússia caso Trump não aja rápido; referendum poderia ocorrer em poucos dias, segundo Interfax

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Russia's Security Council's Deputy Chairman Dmitry Medvedev attends a meeting of the Council for Science and Education at the Joint Institute for Nuclear Research in the Moscow region's city of Dubna, Russia June 13, 2024. Sputnik/Alexei Maishev/Pool via REUTERS
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  • O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitri Medvedev, disse que os greenlandeses poderiam votar para se juntar à Rússia se o presidente dos EUA, Donald Trump, não atuar rapidamente.
  • Segundo a Interfax, Medvedev afirmou que, em poucos dias, haveria um referendo repentino com a participação de todo o território groenlandês, com cerca de 55 mil habitantes.
  • Ele sugeriu: “e então basta. Não haverá novas estrelas no (bandeira dos EUA)”.
  • Trump tem defendido que os EUA controlem a Groenlândia para dissuadir a Rússia, destacando a localização e os recursos da ilha como vitais para a segurança nacional; a Dinamarca e a Groenlândia se opõem.
  • A Rússia não reivindica a Groenlândia, mas acompanha de perto a importância estratégica da região no Ártico, especialmente por vias de tráfego e instalações militares norte-americanas.

Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, afirmou que os Groenlandeses poderiam votar para se juntar à Rússia se o presidente dos EUA, Donald Trump, não agir rapidamente. A declaração foi publicada pela Interfax.

Segundo a agência, Medvedev citou informações não verificadas de um referendo repentino, no qual toda a ilha, com cerca de 55 mil habitantes, apoiaria a anexação à Rússia. A fala ocorreu no contexto da estratégia geopolítica no Atlântico Norte.

Trump tem incentivado Washington a controlar Groenlândia, território autônomo dinamarquês, argumentando motivos de segurança nacional devido à localização e aos recursos. Dinamarca e Groenlândia já se opõem à ideia.

A Rússia, embora não faça reivindicações formais sobre Groenlândia, acompanha de perto a função estratégica da ilha na segurança ártica, dada sua posição em rotas do Atlântico Norte e a presença de instalações de vigilância militares e espaciais dos EUA.

O Kremlin não comentou a nova investida de Trump, mas sinalizou, no ano anterior, que o Ártico é uma zona de interesse nacional e estratégico da Rússia. A região tem ganho importância com mudanças climáticas e novas perspectivas de recursos.

A invasão da Ucrânia em 2022 abalou a cooperação ártica. Especialistas dizem que o espaço ártico continua conflituoso, com avanços em rotas e exploração de recursos, potencializados pelas mudanças climáticas.

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