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Groenlândia diz que deve ser defendida pela OTAN

Groenlândia reforça defesa sob a NATO e rejeita plano de Trump de tomar a ilha, alertando que tal tentativa poderia comprometer a aliança

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
A NATO flag flutters at NATO headquarters in Brussels, Belgium April 2, 2025. REUTERS/Yves Herman/File Photo
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  • O governo da Groenlândia disse que vai intensificar os esforços para que a defesa do território ártico fique sob a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e rejeita novamente a ambição de Donald Trump de tomar a ilha.
  • A coalizão no poder afirmou que todos os membros da OTAN têm interesse comum na defesa de Groenlândia.
  • Trump havia dito que os EUA devem possuir Groenlândia para evitar que a Rússia ou a China se imponham no território estratégico.
  • A notícia destaca que Groenlândia é autônoma dentro do Reino da Dinamarca e território de grande relevância geoestratégica e de recursos.
  • A Comissária Europeia de Defesa e Espaço, Andrius Kubilius, alertou que uma tomada militar norte-americana seria o fim da OTAN.

Greenland afirmou nesta segunda-feira que intensificará os esforços para que a defesa do território ártico ocorra sob a égide da NATO, rejeitando novamente a ambição do presidente dos EUA, Donald Trump, de tomar a ilha.

O governo da Groenlândia, que possui autonomia dentro do Reino da Dinamarca, afirma que todos os membros da NATO têm interesse comum na defesa de Groenlândia, conforme comunicado divulgado pela coalizão governista.

Trump já havia declarado que os Estados Unidos deveriam possuir Groenlândia para evitar ocupação por Rússia ou China, dada a localização estratégica e os recursos minerais da região. O tema é visto como central para a segurança da região.

Perspectiva internacional

Um comissário da União Europeia para Defesa e Espaço, Andrius Kubilius, alertou que uma tomada militar por parte dos EUA seria o fim da NATO, conforme avaliação citada por agências de notícia.

A nota de Groenlândia enfatiza a cooperação transatlântica e a defesa coletiva, sem detalhar novos acordos, apenas indicando intenção de ampliar o papel da aliança na região. A situação continua sob escrutínio diplomático.

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