- A Groenlândia, autogovernada e parte do reino da Dinamarca, afirmou que não pode aceitar, sob nenhuma circunstância, a ideia dos EUA de tomar o território, permanecendo como membro da Otan.
- A Otan, segundo o secretário-geral Mark Rutte, trabalha em medidas para reforçar a defesa no Ártico, diante de tensões com Rússia e China.
- Dinamarca destaca que há um tratado de mil novecentos e cinquenta e um que já permite aos EUA ampliar significativamente a presença militar na Groenlândia.
- A ministra das Relações Exteriores da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, e o homólogo dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, devem se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em Washington, nesta semana.
- Discussões entre aliados incluem possíveis missões, mais equipamentos e exercícios no Ártico, com apoio ainda incerto de países da União Europeia em caso de agressão.
Greenland rejeita veementemente a ideia de destinar o território aos EUA. O governo local afirma que não pode aceitar de forma alguma a tomada de controle, enquanto a Otan trabalha para fortalecer a defesa ártica em parceria com Danúbia (sic) e países aliados.
Contexto e participação internacional
O território é uma região autônoma dentro do reino da Dinamarca e está coberto pela proteção da Otan. Washington tem apresentado interesse estratégico na ilha, rica em minerais, e tem sido alvo de declarações sobre possíveis ações para aumentar sua presença militar.
Reunião e caminhos diplomáticos
Funcionários de Groenlândia, incluindo o ministro das Relações Exteriores Vivian Motzfeldt, e o colega dinamarquês Lars Løkke Rasmussen, vão se encontrar com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em Washington, na quarta-feira. O objetivo é buscar uma solução diplomática.
Posições de Dinamarca e da Otan
Copenhague lembra que o tratado de 1951 permite à presença militar dos EUA no território, e reforça que Groenlândia não está à venda. O governo dinamarquês sinaliza empenho em resolver a questão por vias diplomáticas.
Comentários em âmbito da Otan
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que a aliança analisa caminhos para aumentar a segurança no Ártico. A prioridade é proteger rotas marítimas e reduzir a atividade de rivais na região.
Debates e possibilidades de atuação
Diplomatas da Otan discutem opções como missões na região, maior equipamento ou exercícios conjuntos. Ainda não há planos concretos, conforme fontes próximas às negociações.
Reações políticas e regionais
Alguns políticos da União Europeia sugeriram medidas de apoio a Dinamarca, caso haja agressão. A discussão envolve o papel da UE em assuntos de defesa coletiva e assistência mútua.
Países terceiros acompanham
Legisladores dos EUA visitam, ao lado de representantes dinamarqueses, para tratar do tema com autoridades locais. O objetivo é esclarecer posições e evitar mal-entendidos.
Observações sobre o cenário global
Especialistas destacam a importância estratégica do Ártico para segurança e comércio. China e Rússia são frequentemente citadas como atores relevantes na região, sem que haja confirmação de ações específicas.
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