- Um funcionário iraniano disse à Reuters, nesta terça-feira, que cerca de 2.000 pessoas foram mortas durante os protestos no Irã.
- A autoridade atribui as mortes a “terroristas” que teriam causado o óbito de civis e de membros das forças de segurança.
- A informação foi confirmada pela Reuters a partir do relato de uma fonte oficial do Irã.
- O incidente envolve protestos contra a crise econômica e a desvalorização da moeda iraniana, que ganharam destaque em várias cidades.
O Irã informou à Reuters que aproximadamente 2.000 pessoas foram mortas durante os protestos que vêm ocorrendo no país. A versão oficial atribui as fatalidades a atos de “terroristas” que teriam atacado civis e integrantes das forças de segurança.
O anúncio ocorre em meio a uma série de confrontos que se intensificaram após o colapso do valor da moeda. Diversas cidades, incluindo Teerã, registraram violência e danos a propriedades, como incêndios em ruas.
Quem está envolvido: segundo o governo, grupos extremistas seriam responsáveis pela maior parte das mortes, envolvendo civis, manifestantes e agentes de segurança. O equilíbrio entre as vítimas civis e oficiais não foi detalhado pelo governo.
Quando e onde: as informações foram divulgadas em 13 de janeiro de 2026, a partir de Dubai. Os protestos se mantêm em curso em várias cidades iranianas, com foco inicial em Teerã após o aumento da instabilidade econômica.
Por quê: o movimento surgiu como resposta ao déficit econômico, com o decréscimo do valor da moeda local provocando insatisfação popular e ações novas de protesto em várias regiões.
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