- Keir Starmer foi convidado para integrar o Gaza “board de paz” criado por Donald Trump, ligado ao cessar-fogo entre Israel e Hamas; ainda não recebeu convite formal, mas deve aceitar.
- O conselho deverá supervisionar temporariamente a gestão de Gaza e a reconstrução, e pode ser anunciado já nesta semana pela imprensa americana.
- Tony Blair era inicialmente cogitado para o conselho, mas foi deixado de fora após objeções de alguns países do Oriente Médio.
- Starmer mantém boa relação com Trump, mesmo com divergências sobre o reconhecimento do Estado da Palestina pelo Reino Unido; as discussões sobre a composição do conselho seguem.
- Em Londres, a secretária de Estado para a Relações Exteriores, Yvette Cooper, afirmou apoio ao plano de cessar-fogo com trabalho contínuo humanitário, desarmamento de Hamas e atuação da comunidade internacional.
Keir Starmer pode integrar o conselho de paz para Gaza criado por Donald Trump, segundo informações do Guardian. O premier britânico ainda não recebeu convite formal, mas é esperado que aceite.
O grupo foi apresentado como parte do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas. A participação de Starmer teria ocorrido após sondagens de um alto funcionário da administração Trump, que busca compor o conselho com líderes mundiais.
A formação do conselho deve ser temporária, com a tarefa de supervisionar a operação em Gaza e orientar a reconstrução. Trump cita interesse internacional e aponta a participação de líderes relevantes, com anúncio possível ainda nesta semana.
A imprensa dos EUA já indicava que Tony Blair integraria a lista inicial, mas ele foi afastado após objeções de países da região. Trump afirmou, em avião presidencial, que o conselho reuniria “os líderes mais importantes” do mundo.
Em Londres, a secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, afirmou no Parlamento que o governo apoia o plano de cessar-fogo e destacou a necessidade de apoiar ações humanitárias, desarmamento de Hamas e cooperação internacional.
Starmer tem mantido relação próxima com Trump, mesmo com divergências sobre o reconhecimento do Estado da Palestina pelo Reino Unido no ano passado. O premiê tem defendido uma atuação ativa em negociações internacionais que, segundo ele, impactam a economia doméstica.
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