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Japão não comenta ausência do BOJ na declaração conjunta de Powell

Japão não comenta ausência do Banco do Japão em declaração conjunta de bancos centrais que apoiava Powell, destacando autonomia e coordenação com o governo

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Japan's newly-appointed Chief Cabinet Secretary Minoru Kihara arrives at the prime minister's official residence in Tokyo, Japan October 21, 2025. REUTERS/Kim Kyung-Hoon
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  • O Banco do Japão não apareceu numa declaração conjunta de autoridades monetárias apoiando Jerome Powell, presidente do Federal Reserve dos EUA.
  • O Japão não quis comentar o motivo da ausência, citando que é uma avaliação do BOJ.
  • A declaração conjunta foi assinada por chefes de bancos centrais da zona do euro, Reino Unido, Canadá, Suíça, Suécia, Dinamarca, Austrália, Coreia do Sul, Brasil e França.
  • O porta-voz do governo, o ministro porta-voz Minoru Kihara, sugeriu que a independência das políticas monetárias é importante, mas a coordenação com o governo continua essencial.
  • Kihara ressaltou que a responsabilidade macroeconômica é do governo e que, embora o BOJ deva coordenar com o governo, os métodos da política monetária ficam sob responsabilidade do banco.

O Japão não comentou a ausência do Banco do Japão (BOJ) em uma declaração conjunta de autoridades monetárias que apoiaram o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, após a ameaça de indiciamento feita pela administração Trump. O governo afirmou que o assunto envolve o juízo do BOJ e não haverá manifestação oficial.

O texto conjunto não contou com o BOJ, diferentemente de bancos centrais que assinaram a declaração. Assinaram dirigentes do BCE, do Banco da Inglaterra, do Banco do Canadá, além de chefes de bancos centrais da Suécia, Dinamarca, Suíça, Austrália, Coreia do Sul, Brasil e França.

O porta-voz do governo, Minoru Kihara, disse que a responsabilidade final pela política macroeconômica cabe ao governo. Segundo ele, a política monetária, prevista por lei como parte da política econômica, exige coordenação com o governo, mas os métodos devem ficar a cargo do BOJ.

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