- O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que a X está atuando para cumprir a lei do Reino Unido, após a vigilância regulatória lançar apuração sobre a plataforma.
- Ofcom abriu uma investigação sobre a X por supostas imagens deepfake sexualmente íntimas criadas com o Grok AI, violando o dever de proteger o público.
- A ministra de tecnologia, Liz Kendall, disse que uma nova lei que torna crime a criação de deepfakes sexuais entrará em vigor nesta semana.
- A X não respondeu de imediato; a plataforma havia informado, no início de janeiro, que restringiu pedidos para despir pessoas em imagens a usuários pagantes.
- A discussão ocorre no contexto de preocupações com conteúdo ilícito e abuso facilitado por imagens geradas por IA.
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer afirmou que a X, de Elon Musk, está atuando para cumprir integralmente a lei do Reino Unido após a abertura de uma investigação regulatória sobre imagens sexualizadas geradas pelo chatbot Grok. O governo diz que pode tomar medidas adicionais se necessário.
A Ofcom iniciou na segunda-feira uma apuração sobre a X devido a preocupações de que Grok criava deepfakes sexualmente explícitos, violando o dever de proteger os cidadãos britânicos de conteúdo ilegal. A investigação foca no potencial uso indevido da plataforma.
A ministra de Tecnologia, Liz Kendall, comentou que uma nova lei definindo como crime a criação de deepfakes sexuais entraria em vigor ainda nesta semana para combater esse tipo de conteúdo, descrito como instrumento de abuso. A X não respondeu a pedidos de comentário; a plataforma já informou que restringiu pedidos de nudez a usuários pagantes.
Resposta regulatória e próximos passos
A reportagem acompanha o desdobramento entre reguladores, governo e a X, com foco em medidas para evitar conteúdos ilícitos e proteger usuários no Reino Unido.
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